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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Você tem o hábito de prestar atenção...



Você tem o hábito de prestar atenção às suas emoções?


Pois esta pode ser uma forma de entrar em contato com elas...
Isto é o que afirma a doutora em Neurociências Suzana Herculano- Houzel, em seu livro: “Fique de bem com o seu cérebro” pág 55: “Conheça suas emoções”
Assim, que tal começar o dia ou a tarde se perguntando: “O que estou sentindo neste exato momento?” Estar consciente de nossos sentimentos pode facilitar a compreensão de nossos comportamentos. Vai que estou chateada ou com raiva, por algum motivo pessoal. Qual é o primeiro impulso? “Descontar”...Mesmo que seja disfarçada em um comentário maldoso, uma ausência dele ou uma ironia “sem noção”...
Consciente, da minha emoção, posso evitar agredir inclusive quem não tem nada a ver com o assunto. Certo?
Portanto “...pergunte-se várias vezes por dia sobre suas emoções: você está triste, alegre, chateado, motivado, desanimado?”
Fica aqui a dica...

Beijos.
Anny(@Annyllinha)

domingo, 5 de abril de 2009

Paciência...


Paciência...

Conversando com uma amiga hoje, percebi o quanto não tenho paciência comigo mesma. Então é de se esperar que não tenha paciência com o mundo que me cerca. Geralmente somos os primeiros a experimentar o nosso próprio veneno. Se não me respeito, não respeito o outro. Certo? Mas não tenho consciência disto. Então, sigo pela vida acusando o outro estar sempre errado. E aí vem a famosa frase de Sartre: “O inferno são outros.” Que coisa mais estranha hem? Não para quem tem a paciência de se observar e observar o outro. Um bom começo para quem quer estar antenado com os próprios sentimentos e resolver pequenas falhas às quais estamos sujeitos no dia a dia. E o motivo de conseguir perceber minha impaciência, foi querer utilizar uma palavra e nada. Branco total. Para mudar o padrão do comportamento, resolvi fazer diferente. Respirei fundo, fui tomar uma água e um cafezinho. Na cozinha, lembrei que estava na hora do lanche. Abri a geladeira e olha quem estava me esperando: um caqui geladinho. Só precisava descascar. Quando comecei a fazer isto, a palavra chegou inteirinha e eu disse bem devagar: me-di-ta-ção. E claro, uma idéia leva a outra. Lembrei de um livro chamado “Zen e a Arte da Manutenção da Motocicleta”. Como assim? Que título de livro maluco é este? Pois é, foi o que me encantou no primeiro momento. Vai me dizer que você não é seduzido pelo título do livro? Pior que é. Existe uma forma de fazer isto. Cuidadosamente fui pescada e achei muito bom porque junto com a propaganda do livro vinha dizendo que Carlos Drummond de Andrade, tinha lido. Quer anzol melhor do que este? E comprei o livro que virou o meu tesouro particular por três motivos: um deles o título o outro leitura de um dos meu poetas preferidos e último o motivo de estar escrevendo tudo isto: a cristalização da idéia, quando a palavra veio inteira, sem que precisasse pensar nela. E tenho certeza que isto já aconteceu com você e também já ouviu muitos casos a este respeito. A sensação? Maravilhosa. É chegar ao resultado correto do exercício de matemática, física, química ou fazer um texto inteiro e olhar para ele dizer ou melhor sentir: é isto. O culpado? Ele, o livro de título um tanto estranho que discorreu sobre este assunto...
• Descrição: Zen e a arte de manutenção das motocicletas relata a busca do equilíbrio e da unidade frente às tensões e pressões do mundo contemporâneo. Atravessando de moto as planícies americanas, com seu filho na garupa, o narrador refaz toda a sua trajetória de vida e de seu relacionamento com a figura fantasmagórica de Fedro. O final é tão inesperado quanto extraordinário.
• Editora: Paz e Terra
• Autor: ROBERT M. PIRSIG

*Obs.: Quando fiz esta foto lembrei Beth/Lilás...

segunda-feira, 23 de março de 2009

A imaginação...





E o dia hoje amanheceu assim...

“... a imaginação aumenta os valores da realidade.” Gaston Bachelard

A imaginação faz muitas coisas inclusive pode trabalhar contra você se tem expectativas catastróficas a re speito de tudo. Ah, sou uma “otimista de plantão”. Sempre consigo ver os dois lados das situações e torcer para que ocorra o melhor. Torcer para que ocorra o pior só em caso de cinema, novela, malfeitores, político ladrão e corrupto. Nas ocorrências normais estou sempre pensando no melhor para as pessoas. E também gosto de partilhar experiências que fizeram este meu lado otimista e animado fazer diferença. Pois é, como disse no texto passado tive que trocar minha aula de Pilates por Musculação. Claro que não é a mesma coisa. E é também claro que vou ter ganhos diferentes e ótimos. Hoje foi a minha segunda aula e cheguei em casa bem cansadinha. Normal. Vou me acostumar aos poucos. E quer saber? Estou feliz com a minha troca. Meu instrutor é um fisioterapeuta. Estou bem assessorada. Certo Danilo?

Sempre que fico sem referências para lidar com um assunto, é normal que eu fantasie um pouco. Nada exagerado. Um pouco de criatividade para alegrar o ambiente. Por exemplo, não sei nada de sobre gatos. Só o que leio e o que as pessoas me contam. Então observo May dormindo deste jeito no chão e fico pensando: “Ela mudou o jeito de dormir agora, antes era uma bolinha. Quer dizer, em 360°.” Acredito que por estar fazendo mais calor, resolveu mudar a posição. Umas coisas bestas mas que me chamam a atenção pelo inédito da situação: nunca ter tido um gato antes. E mais, ela não tem 01 ano ainda. Que é quando as rações mudam. Como fiquei sabendo? A vendedora do supermercado me informou. Fiquei pensando nos meus filhos. Quando veio o primeiro, o que fiz de imediato foi comprar um monte de livros e mesmo assim ficar pirada com cada situação diferente. Gente, é difícil mesmo. E nem mesmo os livros nos livram das culpas, dos erros, das situações ridículas nos consultórios do pediatra. Do tipo “Meu filho não quer comer. O que é que vou fazer?” É um tempo de aprendizagem e descoberta. O filho é a cobaia. Então concordo que no caso da pessoa resolver ter filhos, que passe por algumas noções básicas. Vai fazer bem para a mãe e para o filho, não é mesmo? Só agora com os meus filhos criados fui pensar nisto. Devaneios olhando a gatinha...

domingo, 22 de março de 2009

Texto & Pretexto...


Texto & Pretexto...

“Texto & Pretexto”
“O tema é um ponto de partida para um poema e não um ponto de chegada, da mesma forma que a bem-amada é um pretexto para o amor.” Mario Quintana – p. 59 do livro Caderno H.

Pensando bem, nossos temas podem ser um ponto de partida para o amor e não um ponto de chegada. Então estou mesmo pensando em uma história de amor. Uma história que ela contou em três partes. Para quem não acredita que o amor exista, vá conferir. Está tudo lá. Com todos os suspenses, dúvidas e realidade que não é a virtual. E fico muito feliz que as pessoas consigam amar. Amar com suas diferenças e igualdades. Pois só assim existe uma verdadeira troca, um aprendizado de vida de emoções. Estes são os detalhes da vida. Os detalhes que fazem toda a diferença. Um amor que começou e que agora é compartilhado com os devidos detalhes. Insinuados com comentário carinhosos e um estar feliz. Reproduzidos aqui me informando que já terminou de contar sua história de amor. Discordo um pouco. D, não terminou mas começou a viver sua história com todos os pingos nos is, parágrafos, virgulas, pontos, e reticências que o amor precisa para ser verdadeiro...

Para facilitar a vida...
O que você faz? Escolhe um tema de cada vez ou vive sem fazer planos sem escolher as palavras e os sentimentos para enfeitar um texto, por exemplo. Planos de longo alcance não são o meu forte. Gosto muito de uma improvisação. Aliás a improvisação é o que mais faço. Pode até chamar isto de viver perigosamente. Já que viver é mesmo um risco. Mas não custa dar uma efeitadinha. Uma arrrumada para organizar pelo menos os pensamentos e dizer o quanto é agradável te receber aqui. O quanto é bom ter suas palavras enfeitando os comentários. Já que você os enfeita tão delicadamente e me encanta cada vez que vem por aqui.
Então chamo isto de facilitar a vida. De colocar óleo nas catracas do grande robô da comunicação. Quem não gosta de ser bem tratado? Quem não gosta de ser bem recebido?
E isto você é. Você faz parte do que escrevo, do que penso. Porque o tema é escolhido com carinho para chegar até você. O tema é o pretexto para chegar até você...

sábado, 14 de março de 2009

O desejo...



O desejo...
Este é o título escolhido pela Tertúlia para ser publicado hoje. A palavra pode ter vários significados, mas quando ela vem precedida do artigo significa que não posso construir meus pensamentos sem ter presente a imagem do que Desejo expressar.
A minha escolha de significado é desejo no sentido de aspiração, ansiedade. E penso que é o que dirige e orienta a minha vida.
Tal qual uma oração, revejo as ações do dia e as dirijo de acordo com meus objetivos que também podem inconscientes. Já que somos a soma deles.
Então no início do dia mergulho meu olhar na manhã que acontece bem em frente à minha janela e faço uma oração: “Que todos o meus desejos se transformem em ações, sentimentos e palavras para o meu próximo assim como para o meu próprio bem.”
Amém...

E o meu desejo de hoje também inclui um beijo e um abraço para meu filho e Aixa, dizendo que acabei de receber o presente e adorei. Amo vocês...

Mais um desejo: estar em São Paulo para assistir: Bruno Motta que a Rosana indicou no Querido Leitor.

Se tenho mais desejos? Tenho. Mas não vou escrevê-los para que aconteçam um em cada dia. Para enfeitar e também dar sentido à minha vida. Ponto final...

terça-feira, 3 de março de 2009

Sobre admiração...






Outro dia comentei um texto da Ana Elisa Ribeiro no Digestivo Cultural, chamado “Eu+Você =?” E um dos temas abordados por ela foi que a existência da admiração entre os casais. Aliás a admiração é uma moeda forte nas amizades, namoros, casamentos, trabalhos. E ele conta sim no amor. E muito. Uma parte muito importante. Para ler e saber mais, acesse o link. Você vai gostar.

O meu comentário:

"Ana: Seu texto descreveu perfeitamente o que acontece com os relacionamentos, com as pessoas envolvidas, com os sentimentos entre elas e adorei o que você disse sobra admiração. Também concordo é preciso haver admiração entre as pessoas. E também que os bons relacionamentos podem e fazem as pessoas ficarem melhores. Mesmo que a história não tenha continuidade, saber e sentir que contribuiu para esta melhoria, poxa! Isto é bom demais. Sabe que não tinha pensado nisto? Pois é, tinha até me esquecido..."
Depois disto comentei com a Sílvia sobre isto e chegamos à mesma conclusão. A admiração segura muitas barras num relacionamento.

Mas uma das coisas mais importantes que aprendemos com o passar do tempo é que o outro não pode ser nem ter as respostas que não tenho. Mas vai dizer isto para um casal apaixonado. Quando a paixão se transforma em amor, então a conversa consegue ser diferente. Bem diferente. É quando compreendemos que existem as diferenças e que elas não precisam afastar as pessoas. Podem unir também. Certo?

E por falar em admiração, li um texto do Edney Souza, chamado "A vida precisa de Pausas". E precisa mesmo..