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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Escrever, contar uma história...




Todos os dias contamos uma história para nossos filhos, netos e para nós mesmos...
Faz parte da nossa realidade. Percebi isto hoje,  ao fazer o café da manhã.  E o eterno diálogo interno que mantemos dia após dia. Todos sabemos dele, mas não prestamos atenção nem nos damos conta se tem sentido ou se é sem pé nem cabeça. Escrever uma história é preciso pensar nela. Elaborar  princípio, meio e fim. E você pensa que fiz isto, antes de começar a digitar? Deveria ter feito. Não fiz. Agora estou aqui, olhando pela fresta da janela. Vendo o dia amanhecer. Revejo mentalmente,  histórias que já li, as que contei, e vou ler...
Uma para cada dia do ano. Ah, não sei se gostaria de ser escritora. Sentar e esperar que ela venha. Inteira ou aos pedaços.
Já li inúmeras entrevistas de escritores sobre suas inspirações. Não é fácil, como parece.
Mas não é o meu caso. Escrever aqui é só exercício irregular. Sem compromisso. Nem de leitor constante. Uma linha que conta uma história para ela mesmo. Só para lembrar que aqui pode começar um desenho. Ou não...

Bom fim de semana! :)
Anny(@Annyllinha)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O que faz você ler um livro?



Já escutei muitas histórias a respeito deste assunto. Muitas deliciosas. Outras nem tanto. Ah, sim, porque ler um livro só por ter começado, para ver o fim, para saber como o autor pensa. Não tem muito a ver comigo. O livro tem que me seduzir. Até na capa. Sei que existe uma estratégia para isto.Quer dizer, capas não são por acaso. São pensadas. Até a cor.é feita para induzir a leitura. Para mim, desnecessário. O que me atrai são as letras me contando histórias...ou crônicas. Amo crônicas.
Ah, você tem uma editora preferida? Eu tenho, É "Companhia das Letras". 
Este livro acima é um dos meus preferidos, mas a editora não é a citada. Pois é, pode acontecer.
Mas resolvi escrever sobre o motivo que te leva a ler um livro. O que te leva a abandoná-lo no meio inicio é outra conversa.
Existem escritoras que não conseguem deixar um livro pela metade. Por exemplo,  Martha Medeiros. Ela vai até o fim. Tem sempre uma esperança interna de vai melhorar na próxima linha. Sou otimista, mas nem tanto.
E nestes dias de abandonar livros, resolvi ler o livro, antes de libertá-lo.
O nome do livro: "O Signo dos Quatro" - Sir Arthur Conan Doyle - Ed. Martin Claret.
O livro é "a segunda aventura de Sherlock Holmes, publicada em 1890."
Sim, já tinha lido livros sobre ele. Mas como foi há muito tempo e o livro foi "Um estudo em vermelho". Não me lembro de nada. Só que gosto de livros e séries de detetives. Herança deixada por meu pai. Ele gostava muito. Não dividia seus livros comigo. Eu lia escondido dele...hehe!
Você já experimentou ler um? Fascinante. O livro te pega pelo pé, mão e cabeça. Isto mesmo e não te deixa parar no meio... Você vai gostar. Você que gosta de desvendar mistérios, usar as técnicas de Sherlok Holmes, ou mesmo prestar atenção nos mínimos detalhes. Nem que seja usando lupas ou "ciência da dedução"...
Livros são assim. Fantásticos. É só começar e não tem como parar.
Agora chega. Faça aí, um comentário para me contar sobre esta mágica...

Até mais!

Anny(@Annyllinha)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O ser sensível...

"O ser sensível é como um espelho d' água encrespando ao mais ligeiro vento e onde uma pedrinha jogada ao acaso traça onda em círculos sempre crescentes." Fayga Ostrower

Uma boa semana para você que gosta de ler livros...
"Livros são espelhos onde podemos nos ver."

Anny (@Annyllinha)