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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Uma frase que resume...



Todos nós conhecemos situações, livros, filmes etc que podem ser resumida em uma única frase. Mas existem coisas que não existe um resumo apropriado. Por mais que pensamos sobre o assunto. Ele fica lá. Parado no exato momento em que não tenho resposta, nem posso resumir numa frase.
Avida é assim mesmo, não temos respostas para tudo. Quer dizer, temos as nossas que nem sempre, resolvem. Não é preciso sentir mal com isto. Mas sentimos. E culpados. Vai entender...
Não sei onde chegar. Pode ser o final da frase. Um ponto final, mudar de linha, de lugar, cidade.
"Não adianta dormir, que a dor não passa." A música  martela minha cabeça.
Continuo escrevendo para chegar ao final.
Pronto. Mesmo que faltar palavras.
Fim.
Amanhã volto.

Até mais.

Anny (Annyllinha)







quarta-feira, 23 de março de 2011

Há uma linha que tece ...

Há sempre uma linha que tece meus pensamentos...
Acompanho-os, ou deixo que  fiquem mais distantes  para desenhar aqui ou no papel parte deles.
Pensar está nas reticências, no que deixamos de falar. Pensar é diferente de achar que é bem mais fácil...
Já reparou que é muito mais fácil dizer achar?
Mas hoje é só um dia para olhar o horizonte e reparar que lá bem longe...
Pode estar um pedaço de lembrança ou um olhar que ficou guardado numa música.  Volta colorindo a tarde que morre lentamente pela minha janela...


Boa tarde!


Anny(@Annyllinha)
 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Entre as linhas...

Escolher qual linha usar para fazer um desenho é uma tarefa mais fácil mas não desanimei. Estou aprendendo a fazer crochê e estar com a linha entre os dedos para fazer, construir uma peça de roupa é ao mesmo tempo desafiador e fascinante. Aos poucos a peça vai tomando forma, mas bem devagar. Enquanto os pensamentos passeiam entre as grades e trancinhas, vou observando que esta também pode ser uma forma de meditar. A mente fica vazia e os dedos formam o desenho da peça...

"Limite é o contorno para que o sonho seja compreendido."

Bom final de semana!
Anny(@Annyllinha)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Para começar o ano: uma linha para costurar...


Muitas pessoas fazem listas para começarem o ano...Outras não acreditam nelas porque pressupõem que não irão cumpri-las. Mas acredito que ela pode ser  uma linha para costurar  um caminho edirigir suas açôes. Se forem feitas com atenção. Podem ajudar sim.
Se fiz a minha lista? Ainda não. Estou costurando uma agora.
Sentada aqui, fiquei me perguntando, como seria uma boa lista e cheguei à conclusão que posso enumerar para facilitar.
1  Preocupar com o que ando escrevendo em comentários de blogs.
2. Minha alimentação.
3. Calcular minha gordura corporal.
4. Saber como anda o meu humor.
5. Desistir de procurar em livros de Autoajuda minhas soluções pessoais.
6. Ouvir muita música boa ( que não precisam ter letras)
7. Dançar muito.
8. Conviver bem com as diferenças.
9. Respeitar a opinião alheia.
10. Ter paciêcia ( que pode ser treinada)

*Continuo a lista outro dia.
*Se quiser pode deixar sugestões.

Beijos.
Anny(@Annyllinha
Bom dia!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Linhas do horizonte...


Linhas de horizonte...
Já tive muitas. As de criança, de desenho técnico, as das estradas, etc. Cada uma com sua característica e mistério. Não sei o que vem depois. Mágico olhar as montanhas e ficar pensando o que há por trás delas ou o que verei se subir lá em cima. E nas estradas como será o fim delas? Onde chegarão? Ainda sou criança e nem sei o tamanho do meu mundo. E como a lembrança é forte, ela alimenta meus devaneios e ainda possuem mistérios que não desvendei. Ah, estou procurando um jeito de ser mais feliz. Ver os defeitos e a parte escondida e infeliz do mundo, me deixa muito triste. E conforme a tristeza, fico doente. Então todo cuidado é pouco. Fico às vezes pensando se “qualquer resposta, é melhor do que nenhuma”. Sabe como é? Fico indignada com algumas situações que não posso resolver. Adianta? Não. Mas é uma reação imediata que tenho. Não é planejado. Faz parte do meu jeito de ser. E por falar nisto, comecei a perceber nos livros que leio, nas letras dos poemas que amo “há um resto de mim em coisas que nunca pude ser...” E também nos pedaços de canções que insisto em cantar. Mesmo não sabendo a letra. Só uma frase. Que se repete e repete, como num disco arranhado de vinil. Talvez a amargura de hoje se acabe com o final do texto. Talvez perdure até que eu escreva o texto de Natal ou do Ano Novo. Não sei. Espero com toda a minha crença em dias melhores e sentimentos mais ternos. Como o que estou sentindo agora. Com May dormindo aqui. Bem aqui nas minhas pernas. ZZZZZ!!!...
Este pedaço de poema é parte de um de Ildásio Tavares Chamado "Restos".

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Linhas...


Linhas...
Faço diversas coisas com a linha: desenho casas, quadrinhos, bonecas, mangás, faço até um gatinho. Meow! Mas com a linha faço uma coisa radical e pessoal: escrevo. Levei anos treinando, para escrever sem pensar. Sabe como é? Para ter além da minha impressão digital, o meu DNA, meu CPF e a minha letra para me identificar. Fiquei pensando nisto e lembrei de como eram as minhas primeiras letras eram ENORMES. Ocupavam todo o espaço da linha. Eram meio sem noção mesmo. O início de uma das inúmeras formas de escrever que já tive. Isto mesmo. Experimentei e experimentei tanto que passei a escrever com letra de forma, só para imitar o primeiro namorado. Ai, ai! Eu adolescente. E quando descobri que podia ter a letra que quisesse, foi uma festa. Escrevi com inclinação para a direita, para a esquerda (esta parei rápido, me disseram que era falta de personalidade o que para uma adolescente era um terror) e no meio da linha. Quanta criatividade! Depois de todas estas experiências, minha letra que não era feia, ficou ilegível. Parei com as invenções. A letra voltou ao normal e resolvi a aprender escrever com a mão esquerda. Sabe aquele caderno de caligrafia, que era para aprender a fazer uma letra bonita? Comprei um. E treinei e treinei. Aprendi, mas não ficou tão boa. Tenho esta mania: aprender. E foi por isto que aprendi o código de Morse, o que se usava em telegrafia. Adorava fazer palavras cruzadas usando os símbolos. Bom para passar mensagem secreta. Uma pena que não foi na minha infância. Ou na adolescência. Mas mesmo assim achei delicioso. E uma das ultimas aprendizagens de linguagem estranha foi escrever em estenografia. Nem sei se é assim mesmo que diz. Não aprendi muito, ainda quero explorar mais este assunto. E tem mais sobre linhas. Minha tia, que é aminha Dinda, me ensinou a tricotar. Fiz uma blusa se tricô. Isto mesmo. Ficou linda, modéstia à parte. Mas a blusa de crochê, não ficou bonita. Era marrom. A cor que Roberto Carlos não gosta ou não gostava e nem eu. Mas o crochê só ficou bom mesmo no ano passado que fiz um xale azul e branco. Não gostei muito, mas valeu a experiência. Estou fazendo um preto que vai terminar no inverno que vem. Ora se vai! Adoro xales...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A margem da linha?...


Steinberg, 1968 - "Steinberg é um escritor de denhos, um arquiteto do discurso, da fala, do som, desenhista de relexões filosóficas."
Quando escolhi o nome do Blog tive a intenção de relacioná-lo com uma uma coisa que amo fazer: Desenhar. Então, nada mais lógico do que a Linha. Mas existem vários tipos de linha: de trem, de pescar, costurar, fazer crochê, de soltar pipa, de tricô, etc. Não pensei nestas variedades de linhas. Então um dia apareceu um visitante diferente.
Quer dizer, não era comentarista costumeiro. Fiquei pensando como o Blog Linha teria atraído este visitante de tão longe. Ele deixou um comentário, fui visitá-lo através do link na Itália. Descobri que o dono do blog é pescador. A busca dele foi pelo Google e ele veio parar aqui. E continuando mais histórias sobre Linha, outro dia vi um trailler de um documentário chamado "A Margem da Linha."Ah, muito bom. Acho que não estreiou ainda. Mas quem puder ver, faça-o. Coloquei aqui um comentário sobre:
"Os limites da arte contemporânea não é algo que qualquer um pode definir, por mais que conheça do assunto. Cada artista tem sua forma de produzir. A maneira de olhar o mundo, de interpretá-lo e de usar isso para criar obras de arte é algo singular, que depende muito do ambiente em que a pessoa vive, do local que escolheu para o trabalho, de suas inspirações, de suas intuições e da relação que o artista plástico tem com as cores e com o suporte onde quer aplicá-las. Depois do trabalho realizado, a ajuda do curador é essencial para que ele seja visto, e o do crítico, para que não seja execrado. No final, fica a pergunta: o resultado é arte?"

Para tentar entender melhor sobre esse universo da arte contemporânea, Gisella Callas realiza o filme A Margem da Linha, com depoimentos de artistas plásticos, críticos, curadores, entre outros profissionais. Com foco em três gerações, focadas nos trabalhos de Regina Silveira, Sergio Sister e José Spaniol, a cineasta analisa o método dos três, para chegar ao entendimento de como funciona a concepção da arte hoje no Brasil. Os entrevistados falam sobre assuntos variados, divididos entre seis temas gerais, que englobam desde a criação da obra até a forma como o ela se relaciona com o mundo."Margem_da_Linha/TRAILER/FILME/DVD/&a=1&ID=26&cd... - 70k -
Vale a pena ver...http://guiadasemana.uol.com.br/film.asp?ID=11&cd_film=2461&HSBC=11