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quarta-feira, 14 de março de 2012
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
E hoje é dia da Poesia?....
Hoje acordei com vontade de ouvir poesia, cantada, declamada. Poesia em todos os lugares.
Para minha sorte, vi na TV uma reportagem dizendo que hoje é o seu dia...
Ah, poesia não tem dia nem hora marcada. Ela aparece assim do nada...
Numa cor, perfume, desenho, foto, jeito de olhar, sorriso. E melhor nem precisa rimar...
Não, não sei fazer poemas. Sei amar poemas...
Hoje, no Twitter, propus a @Bookess: sugerir aos autores de livros sobre poemas, um Podcast com um poema do autor...Não seria maravilhoso? #ficaadica.
Gente, ouvir poema é bom demais. As músicas de Vinicius de Morais, António Carlos Jobim, Chico Buarque. Poemas cantados. Todos. Mas tem os poemas de Carlos Drummond de Andrade: "Poema das sete faces", "Cerâmica", "Descoberta", "O elefante", "No meio do caminho", "Toada de Amor", "Cidadezinha qualquer", "Quadrilha", "Soneto da perdida esperança" e "Poesia".
São algumas das que decorei (guardei) para o meu sempre...
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
Ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
Livro: Carlos Drummond de Andrade - Especial - pág. 20
E mais poetas que vocês podem sugerir, certo?
Um bom fim de semana!
Anny(Annyllinha)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
sábado, 26 de junho de 2010
"Escrevo pelo que espanta e comove." Ferreira Gular...
Uma tarde para ser apreciada pela foto que tirei dias atrás. Já que hoje está nublado e sem sol...
Muitas coisas me espantam, mas diferente de Fereira Gular, que é um dos maiores escritores e poetas vivos do Brasil (e não sendo escritora) prefiro, escrever mais sobre o que me comove...
O espanto só posso comentar, gostar, desaprovar...
O que me comove é mais rico e posso ter inúmeros sentimentos: felicidade, tristeza, melancolia, empatia...
E nestes dias de #copa , uma situação que mais me comoveu foi a tristeza da torcida coreana nas arquibancadas do estádio...Gente, fiquei dias com a imagem! Claro que existem outras situações piores. Mas esta... Conseguiu dar um rosto a ela. Um, não. Vários...
E ai, te pergunto:
-Você entende de jogo de futebol?
- Eu não entendo nada. Só sei torcer, conversar, discutir e @#&%*+& com a TV como se fosse possível interferir no resultado...
Coisas muito doidas, só possíveis nestas ocasiões, E de 04 em quatro anos. Mas é uma ocasião para treinar, tomar consciência, de várias emoções:
*perda, ganho, empatia, alegria,tristeza, mágoa, indiferença, equilíbrio, destemperança, raiva, reação além do considerado normal, etc...
Tudo num dia só,ou melhor, numa hora. Aquela presente na hora do jogo. Mas pode revelar bastante a nosso respeito. Ah, pode. Descobri que não consigo ficar na frente da TV, olhando o jogo. Fico na maior aflição. E se o jogo for igual ao de ontem, prefiro não ver. Gosto ficar ouvindo o narrador e eu aqui, digitando um texto e correndo para ver de quem foi o gool...
Pois é assim mesmo. E você, o que tem a dizer sobre o assunto?
Um bom final de semana!
Beijos.
Anny (@Annyllinha)
Muitas coisas me espantam, mas diferente de Fereira Gular, que é um dos maiores escritores e poetas vivos do Brasil (e não sendo escritora) prefiro, escrever mais sobre o que me comove...
O espanto só posso comentar, gostar, desaprovar...
O que me comove é mais rico e posso ter inúmeros sentimentos: felicidade, tristeza, melancolia, empatia...
E nestes dias de #copa , uma situação que mais me comoveu foi a tristeza da torcida coreana nas arquibancadas do estádio...Gente, fiquei dias com a imagem! Claro que existem outras situações piores. Mas esta... Conseguiu dar um rosto a ela. Um, não. Vários...
E ai, te pergunto:
-Você entende de jogo de futebol?
- Eu não entendo nada. Só sei torcer, conversar, discutir e @#&%*+& com a TV como se fosse possível interferir no resultado...
Coisas muito doidas, só possíveis nestas ocasiões, E de 04 em quatro anos. Mas é uma ocasião para treinar, tomar consciência, de várias emoções:
*perda, ganho, empatia, alegria,tristeza, mágoa, indiferença, equilíbrio, destemperança, raiva, reação além do considerado normal, etc...
Tudo num dia só,ou melhor, numa hora. Aquela presente na hora do jogo. Mas pode revelar bastante a nosso respeito. Ah, pode. Descobri que não consigo ficar na frente da TV, olhando o jogo. Fico na maior aflição. E se o jogo for igual ao de ontem, prefiro não ver. Gosto ficar ouvindo o narrador e eu aqui, digitando um texto e correndo para ver de quem foi o gool...
Pois é assim mesmo. E você, o que tem a dizer sobre o assunto?
Um bom final de semana!
Beijos.
Anny (@Annyllinha)
segunda-feira, 6 de abril de 2009
No ponto de ônibus...

Todos os dias aparecem bons temas para servirem de inspiração. O de hoje foi ver uma mulher no ponto de ônibus, com o livro “Não desista do seu sonho” que ela segurava com força, como se o livro pudesse voar de suas mãos e ganhar vida própria. E pensando bem, conseguimos fazer isto. Como? Ora, muito simples. Temos sonhos. Todos nós temos. Uns para serem realizados e outros para serem descartados. Mas, tem épocas em nossas vidas que paramos de sonhar. Vivemos o dia a dia automaticamente. Sem olhar no espelho, sem olhar o próprio corpo. Um total desleixo para consigo mesmo. São fases. Umas maiores outras menores. Um dia acordo com a sensação de que está faltando alguma coisa na minha vida e lembro que há tempos não sonho. Não tenho planos. O que fazer? Comprar um livro para me ensinar a sonhar de novo? Não penso que isto resolva. Quem fez o tal livro tinha um propósito bem diferente do meu. Com certeza. Mas a afirmativa pode me fazer ver por outra janela. Já que a minha, nem tinha horizontes para serem vasculhados pelo olhar. Considero os livros mais do que janelas. Eles são portas por onde entrar, ser levado pelo autor a conhecer um mundo que não é o nosso com situações parecidas com as nossas. Uma identificação que nos ajuda a não nos sentirmos sozinhos neste mundo de meu Deus. Ao longo da leitura, podemos encontrar situações parecidas com a que passamos. E se o autor achou uma saída, também posso achar a minha. São possibilidades que o livro te dá. Não é uma resposta pronta, são pistas de que é sempre possível achar respostas. Isto me lembra uma pergunta de Fayga Ostrower: “Por que voltamos tantas vezes para observar uma mesma obra de arte?” Segundo ela, o quadro do artista é a representação da sua vida, da sua história e como ele resolveu determinados problemas. Voltamos para rever como foi que ele fez. Qual foi a técnica usada ou qual cor escolheu, ou o melhor ângulo. São detalhes, eu sei. Mas na vida procedemos assim. Um pequeno detalhe faz toda a diferença...
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