quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

E quando uma música...


E sabe aquele dia que você acorda com uma música na cabeça? Ah, um desses dias foi hoje. E o pior de tudo é que alterei a letra da música. Desci o morro cantando: “Aquele amor, que é para a vida inteira! Aquele amor!” Como não sabia o resto da música, ficou só nestas duas frases. Ainda perguntei no ponto de ônibus se alguém sabia quem cantava. Expliquei que a banda tinha um cantor que gostava de cantar sem camisa e era tatuado. A música ninguém soube identificar, mas o cantor, sim. Dinho do Capital Inicial. Fui ver no YouTube. Hehe! Nada do que eu estava cantando. A música chama-se “À sua maneira”. Vai entender ! Deixa para lá. “Daquele amor à sua maneira!” Acho que fez mais sentido. Às vezes acontece. Com você, não? Invento até uma música inteirinha. Totalmente sem sentido para a música. Acontece...

Mas outro dia estava pensando na palavra empatia. Este sentimento é tão grande em mim, que não posso ver ninguém machucado. Sinto dor pela outra pessoa. Então parei de ver filmes com violência, noticiários que mostram corpos de possoas tropeladas(sem serem cobertas) como eram antes. E agora, para “mostrar”que as pessoas foram mortas ou outro tipo de violência qualquer, filmam o sangue no chão. Que coisa horrível! Em que horas? Na hora do almoço. Sim senhor. Um terror. E por que ninguém reclama disto? Pronto falei. Não agüentei mais...

Então agora estou ouvindo Amy Winehouse, CD Back to Black. Nem tem jeito de cantar um pedaço e nem posso inventar letras. Rs! Isto me lembrou a minha aula de Pilates. A minha Fisioterapeuta adora músicas de bossa nova. A maioria destas músicas conta um pedacinho da minha historinha de amor. Como ela não deu muito certo. Aliás não certo de jeito nenhum, me faziam muito mal ficar ouvindo a ladinha inteira, enquanto fazia exercício. Pedi para tirar. Todos os dias a cena se repetia . Até que um dia, chorei e chorei. Desconsoladamente. Daí em diante, melhorou...mas não acabou. Rs! Gosto é gosto. Mas agora já não me incomoda tanto. Só não são as minhas músicas preferidas.

Agora vou colocar nomes de pessoas que comentam aqui e que ainda não foram likados. Por exemplo a Geórgia, o Eduardo, o Douglas. E à medida que forem aparecendo vão sendo linkadas...

12 comentários:

  1. Olá ANNY
    Passei para lhe deixar um beijinho.
    Gosto da fotografia da chuva na vidraça.
    G.J.

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  2. Anny, eu também sou assim, filmes deste tipo eu já não vejo a alguns anos e para piorar meu marido adora história e adora ver um canal de história militar que é claro mostra imagens de pessoas mortas, eu simplesmente não consigo ver, já ele se distancia o necessário para isso.
    Eu não tenho estômago e nem coração.
    Para você ter uma idéia a primeira vez que fui a Bahia e visitei inumeras igrejas, foi me dando um sentimento estranho e enquanto o guia que eu contratei explicava como era, quem fez e outras coisas eu fui cada vez me sentindo mais estranha, até que em um momento fomos para uma ingreja que ele comentou, está vendo aqui, os escravos que construiram esta igreja só podiam assistir a missa daqui.
    Eu comecei a chorar e foi me dando uma revolta... o mesmo aconteceu quando visitei o mercado modelo a área onde ficavam "guardados" os escravos, eu simplesmente não consegui ficar lá, eu sentia uma vibração horrível.
    Mas tem dias que estamos mais sensíveis e uma música, um comercial ou mesmo uma flor nos faz ficar assim não é?
    bjks

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  3. Oi Anny, são 2 horas, acabei de editar o filme, passei para um boa noite, ou bom dia, nem sei mais..rs
    bjs

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  4. "Como no alvo as flechas
    cravam-se no vespeiro
    as vespas que regressam..."
    (Tablada)
    Você com as músicas, eu com os versos. Não tenho memória musical, talvez, alguma poética e gosto de repetir os melhores aqueles que me refletem, ou meus erros.
    Os que nos mostram uma visão diferente.
    O verso e a música se tocam; na repetição involuntário de uma ou do outro parece que estamos revivendo uma parte da vida.
    Só aquele trecho, para nos mostrar como ele poderia ficar melhor à sua maneira.
    É um sintoma da sanidade, daquela memória que teima em não se apagar, até que lágrimas as levem ao rio do esquecimento. Poesia e música. Voltam como as vespas. Até ficarem por ali, esquecidas, arrumadas.
    Beijos.

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  5. Gaspar:
    Na verdade,a minha intenção era publicar outra foto. Mas foi a primeira vez que consegui fazer uma foto deste tipo. Não resisti. Lá foi ela. Também gostei muito mesmo. Do mesmo jeito que sou encantada com aquela foto que tem no seu blog. Aque faz parte da entrada. Acho simplesmente um luxo.
    Obrigada. Por você gostar, posso me considerar elogiada. Certo? Em se tratando com um mestre da fotografia...
    Beijos,
    Anny.

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  6. Cristiane:
    Filmes violentos, nunca mais vi. O pior é ficarem mostrando este tipo de noticiário bem na hora do almoço. Isto é que acho o cúmulo para uma TV.
    Muito sangue para meu gosto e não sou vampiro, não tenho parentes. É a grande falta de noção que as pessoas tem. É isto que questiono. Tem que ser esta hora?
    Sei não. Fico me perguntando.
    Pois é, meu grau de empatia é tanto que não posso ver pessoas com mãos machucadas sem me sentir mal. Eu me coloco no lugar delas e sinto dor também.É isto.
    Obrigada pelo comentário.
    Beijos,
    Anny.

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  7. É Djabal. Penso que você tem razão. É preciso que sejam arrumadas, para depois serem esquecidas. Enquanto isto não acontece, ficam voltando e voltando. Uma situação inabada, esperando seu desfecho.
    Perfeito. É isto mesmo.
    Obrigada pelo comentário.
    Beijos,
    Anny.

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  8. Sílvia:
    Trabalhou como quê.Mas é isto. Ontem não pude voltar. O laptop esquentou. Só consegui publicar o texto e fui dormir. Quer dizer, tentei ver TV. Mas os canais estão com uma programação muito ruim. Fui dormir cedo.
    Obrigada pelo comentário.
    Beijos,
    Anny.

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  9. Anny, nao se preocupe em linkar. Eu por exemplo visito juitos que nao tenho linkado, mas visito. Isso vem com o tempo. Eu tb preciso desse tempo...rs.

    Eu fico danada da vida quando quero dormir e uma música nao me sai da cabeca, às vezes nao consigo pará-la, rs.

    Um beijo grande

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  10. Anny,

    muito obrigado pelo link!
    Bom texto e ótima imagem da chuva! Não é fácil fazer tão boa!

    Bjs

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  11. Geórgia:
    Obrigada pelao comentário. Linkei você pelos comentários maravilhosos que você faz aqui.
    E sabe, realmente não existe coisa mais chata do que ficar com uma música martelando a sus cabeça.
    Beijos,
    Anny

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  12. Eduardo:
    Foi como te falei. Comentaristas tem valor, fazem parte do blog. Nada como elogiar quem merece.
    Obrigada pelo elogio.
    Estou me sentindo a fotógrafa. Rs!
    Valeu. Muito obrigada mesmo.
    Beijos,
    Anny.

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