quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

E quando uma música...


E sabe aquele dia que você acorda com uma música na cabeça? Ah, um desses dias foi hoje. E o pior de tudo é que alterei a letra da música. Desci o morro cantando: “Aquele amor, que é para a vida inteira! Aquele amor!” Como não sabia o resto da música, ficou só nestas duas frases. Ainda perguntei no ponto de ônibus se alguém sabia quem cantava. Expliquei que a banda tinha um cantor que gostava de cantar sem camisa e era tatuado. A música ninguém soube identificar, mas o cantor, sim. Dinho do Capital Inicial. Fui ver no YouTube. Hehe! Nada do que eu estava cantando. A música chama-se “À sua maneira”. Vai entender ! Deixa para lá. “Daquele amor à sua maneira!” Acho que fez mais sentido. Às vezes acontece. Com você, não? Invento até uma música inteirinha. Totalmente sem sentido para a música. Acontece...

Mas outro dia estava pensando na palavra empatia. Este sentimento é tão grande em mim, que não posso ver ninguém machucado. Sinto dor pela outra pessoa. Então parei de ver filmes com violência, noticiários que mostram corpos de possoas tropeladas(sem serem cobertas) como eram antes. E agora, para “mostrar”que as pessoas foram mortas ou outro tipo de violência qualquer, filmam o sangue no chão. Que coisa horrível! Em que horas? Na hora do almoço. Sim senhor. Um terror. E por que ninguém reclama disto? Pronto falei. Não agüentei mais...

Então agora estou ouvindo Amy Winehouse, CD Back to Black. Nem tem jeito de cantar um pedaço e nem posso inventar letras. Rs! Isto me lembrou a minha aula de Pilates. A minha Fisioterapeuta adora músicas de bossa nova. A maioria destas músicas conta um pedacinho da minha historinha de amor. Como ela não deu muito certo. Aliás não certo de jeito nenhum, me faziam muito mal ficar ouvindo a ladinha inteira, enquanto fazia exercício. Pedi para tirar. Todos os dias a cena se repetia . Até que um dia, chorei e chorei. Desconsoladamente. Daí em diante, melhorou...mas não acabou. Rs! Gosto é gosto. Mas agora já não me incomoda tanto. Só não são as minhas músicas preferidas.

Agora vou colocar nomes de pessoas que comentam aqui e que ainda não foram likados. Por exemplo a Geórgia, o Eduardo, o Douglas. E à medida que forem aparecendo vão sendo linkadas...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sobre crochê e filhos...



Sobre crochê...
Você sabe fazer? Não sei fazer muitos pontos. Mas consigo fazer um xale, uma bolsinha simples. Mas a Cristiane, gente! Sabe. O crochê é como um bom papo. Você acorrenta os assuntos, faz um ponto alto e mais um meio ponto. Isto tudo começando com as correntinhas. Isto não é incrível? Uma após outra e bolsa, xale, colcha, etc. Aparece como uma mágica feita todos os dias. Ponto após ponto. Um desenho que usa linhas de todos os tipos e cores. Não tem preconceito nem enfatiza diferenças. Fiquei outro dia vendo uma aula . A professora estava ensinando fazer flores e em seguida, não acreditei: borboletas. O nome do blog? Eu e as agulhas.com. Muito sugestivo. Fica aí o link para quem quiser conhecer.

Acabei de conversar com meu filho. Tão bom ouvir a voz dele. Ah, filhos são desenhos que inventamos de fazer. Escolhemos os pais, depois eles levam 09 meses morando em nossas barrigas e um belo dia nascem. Crescem, se tornam “filhos deles mesmos” e partem para a vida que escolheram viver. Fico emocionada, com água nos olhos. Ah, as mães! De qualquer nacionalidade ou cor. São sempre da mesma natureza que um amanhecer, uma música bonita. Um par de olhos úmidos torcendo por você. Mesmo que não tenha uma por perto ou teve que inventar uma. Todas de carne e osso. Nunca perfeitas, mas sempre abençoadas por quem teve a sorte de ter uma do tamanho de sua imaginação. Ou não.
Então acredito que aprendemos a ser mães, a amar porque aprender é descobrir e é isto que fazemos a vida inteira. Todos os dias. É isto que nos mantém acordadas para a vida. É isto que nos faz levantar cedo e encarar o dia. Enfrentar as dificuldades. Olhar bem de frente para o espelho e dizer: “Bom dia menina!” Sorrio ao escrever isto. É assim que falo de manhã para as amigas de caminhadas. No plural, é claro. Todas sorriem e se sentem assim. Um pouco crianças. E no meio das risadas e das brincadeiras vamos cumprindo um ritual. Que nos faz felizes e bem humoradas. Ingrediente secreto contra doenças e mal estar no mundo...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

É sempre possível...


É sempre possível...
Errar o caminho, não ser compreendido, amar sem ser amado, ficar doente...
Cada uma destas situações é privilégio de quem está vivo.
Errar um caminho, não precisa ser uma situação ruim. Podemos aprender alguma coisa com ela. Refazer este caminho pode ser ma oportunidade de observar detalhes esquecidos na pressa de chegar.
Não ser entendido? Uma outra chance de reescrever o texto. Usando menos palavras ou sendo mais resumido. Mais claro em meus objetivos.
Errar o desenho?
Fazer de novo. E de novo. Só a repetição pode levar a certeza de estar perto da perfeição. De que estou no caminho certo.
É assim com a dança, música. Repetições intermináveis, para produzir belos espetáculos. Que tiveram antes de serem feitos, os ensaios...
Então compreender que errar faz parte do aprendizado é um passo para que não tenhamos mais medo dele. “Só não erra quem não faz.” Escutei há muito tempo um carpinteiro dizer. Ele sabia do que estava falando. Mas o pavor de errar pode mesmo travar minha ação. O remédio? Dizer o mantra aprendido. Até que ele fique internalizado.
Tem mais uma palavra que assombra. Nem sei se já aprendi a lidar com ela. Talvez não.
Perder. Você sabe perder? Acho que é muito difícil lidar com a perda. Seja ela qual for.
Vamos para situação mais simples. Perder dinheiro. Muito ruim. Posso levar para outro lado. “Ah, não era mesmo para ter isto agora.” Uma estratégia para não ficar me sentindo tão mal e tão impotente. Gente, e perder chave? Situação mais chata e desconfortável. Já aconteceu comigo. Na porta e o vento bateu. Fiquei olhando a porta como se ela pudesse me dar alguma resposta. Rs! Hora de rir ao lembrar da situação. E do maior alívio ao ver a porta aberta. Mesmo que o dinheiro pago por isto tenha sido um pouco mais do que o necessário. Na minha opinião e não na do chaveiro. Mas é mesmo desagradável. Não devia existir. E não recomendo. Prestem bastante atenção aos imprevistos. Ai, ai! Se isto valer de alguma coisa. Mas enfim. Pode ser que você anda muito distraído(a) e um vento arrasar seu bom humor...

Agora quero agradecer os selos mandados pelas amigas e comentaristas do coração:
Felina, Sabrina, Cristiane,Daiazinha, Bento Cruz.
Assim fica aqui o meu agradecimentoz, pela delicadeza de se lembrarem do Blog Linha para ser premiado com um selo, mais uma vez. Beijos. Anny.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Uma conversa...



Talvez um passeio agora me fizesse bem. O vento sopra suave e passear por este caminho ladeado de bambus é uma imagem agradável e aconchegante para começar a nossa conversa.
E assim foi. Com sua voz educada e pausada ela começou. “Tenho 52 anos, feliz. Adoro escrever, apaixonada por leitura. Dos clássicos à bula de medicamentos. Encontrei um grande amor aos 42 anos. Numa fase em que achava terminar meus dias junto com a solidão. Vim de uma família grande e amorosa. Não nos vemos com muita freqüência, pela impossiblidade natural de quem trabalha. Mas quando isto acontece, é sempre com boa comida, boa conversa e muitas risadas. Resolvi blogar pelo exemplo de meus pais e tomei gosto. Hoje tenho 03 blogs, trabalho numa agência de MKT. Meus pais: ele tem 78 e ela 87. Viajam, passeiam. São independentes, saudáveis e um belo de um exemplo que tenho de mostrar e contar deles. Para os amigos e para o mundo...”

Esta é Silvia. Uma pessoa simpática, charmosa e cheia de vida. Um pedacinho da teia dessa imensa blogosfera. Seus blogs:.Molly, a Colecionadora de Receitas
Onde ela tem as mais diversas receitas. Light, diet, engordait. Você pode escolher.
Para homenagear seus pais : “Espaço Melhor Idade
E um blog particular chamado Guardado.

Terminamos nossa conversa com ela dizendo. “Tenho olhares de fome ao meu lado. Vamos sair para almoçar.” Achei tão delicado, tão terno. Obrigada Silvia.

Então é isto falta mais este tipo de gente no mundo. Tenho certeza que vocês vão adorar a Sílvia. Blogs e pessoa altamente recomendados. Visitem.

Mas se tem uma coisa que gosto de apreciar é isto que está na foto. Desconfio que ela anda lendo. Não é possível se sentir tão à vontade entre os livros. Dormindo “a sono solto”. Nem sei se usa esta expressão. Devo ter lido em algum livro. Porque livro é o que não falta por aqui...

Ah, mais uma coisinha: só aprendemos a amar quando escutamos e entendemos o outro, nós mesmos. Quando paramos de dar "respostadas" só porque as pessoas e o mundo não pensa como nós pensamos. São diferentes e estas palavras aqui, são só minhas respostas...
A foto foi inspirada no Querido Leitor de Rosana H. Obrigada!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

"Partir es..."


“Partir es levantar la cosecha
para volver a lembrar.
Partir es com-partir,
porque no se parte
lo que está.
Partir es amar a
todos
em qualquier lugar.
Partir es tomar
el tren de la vida,
nada mas.”

... Ah, o amor! Penso que não nos ensinaram a amar. Não me ensinam amar. Porque amar não é procurar no outro o que me falta. Não é. Não posso ser o outro pedaço da laranja, nem a outra parte da moeda. Para amar preciso ser inteira. Completa.
Para saber amar preciso aprender a cuidar de mim. E não é a primeira coisa que aprendi na vida.Fui cuidada. Situação de dependência. Uma fase que se bem ultrapassada e resolvida, me deixa mais livre para amar o outro e a mim mesma. Então quando estou pronta para amar? Quando sou capaz de ser inteira. De achar minhas próprias respostas e não me envergonhar delas porque ainda não são completas. São só minhas respostas, nada mais do que isto...

Sabe? Acho que preciso saber mais de mim. Fazer o meu “senso interno” mesmo sabendo da contradição Do meu caminho de ida e volta. Meus medos escondidos entre as palavras. Entre as reticências...Entre o dito e o não dito. Como sou de verdade? Ou sou só uma sombra daquilo que está por fora? Quantas pessoas existem dentro de mim?
Quantas máscaras preciso vestir? E se hoje não tem espetáculo, o que fazer com elas que se recusam a sair do meu rosto? Uma tortura por não ter a resposta que me deixa livre para agir. Ou para entrar no palco e mais uma vez, apresentar “A porta de uma parede sem porta.” Que mais parece um coan, Uma resposta ao monge Zen. Sei não. Melhor colocar um ponto final. Nunca vou parar de me questionar. Nunca vou ter uma resposta só. Sou múltipla e sou uma só. Sou sempre eu mesma, mas “nunca a mesma para sempre”. Amém...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Todo consumidor gosta...





Marcia Camargo - Assistente de Marqueting

Todo consumidor gosta de ser bem tratado. Levado em conta, então! Nem se fala. Não sei porque não se encontra isto sempre. Então ganha mais quem sabe a importância deste fato. Recebi um e-mail, agradecendo uma compra que fiz na loja. Em agradecimento à delicadeza da loja e a simpatia das meninas que trabalham lá publico esta foto. E o meu: Obrigada meninas!

Mas hoje o meu dia começou com um amanhecer lindo. Tirei a foto, claro. Mas tenho certeza que se fosse tirada por uma máquina fotográfica digital, estaria muito, muito mais bonita. A foto foi tirada por um celular Nokia PCSuite 7370.

Comecei minha leitura no blog da Luma, onde ela conta sobre algumas coisas inadequadas que os homens andam fazendo e para ficar tudo azul, uma lista de tudo o que as mulheres desejam, gostam, sonham,amam gostam de ouvir, ter...Uma lista que ela repassou da Leila e que você pode aumentar aqui...

* E não é que sonhei com o Richard Gere? Quem manda em sonho? Eu não.

E saí para dar a minha caminhada e a minha diversão matinal: conversar. Gente, recebi um assobio! Destes que te fazem sentir desejada. Ah, mulher adora isto. E lógico que fui contar para as minhas amigas. Que ficaram na maior inveja. E não me venham dizer que isto não é bom. Não é mesmo. É... ótimo. Maravilha.
Claro que tem aqueles sem noção que não sabem fazer um elogio e nem assobiar achando uma mulher bonita. Dizem o que não devem. Estragam o que era só para ser bonito, apreciado, saboreado pelo resto do dia. O meu? Ahhh! Foi especial. Completou a manhã de sexta-feira.

Acabei de receber um e-mail de uma comentarista, que diz não ter entendido, quando eu disse, querer se econômica nas palavras. Ela não visitou o link recomendado. Os links, são para completar o que está escrito. E é isto que link do Obvious mostra. Um conto com apenas 06 letras. Vá visitar e descubra...

O meu objetivo também é deixar que o comentarista abra a suas asas e se solte nos comentários. Tenho cada um maravilhoso. Da Lunna, Luma, Djabal, Kovacs, Elza, Márcia H, Daizinha, Sabrina, Nilda, Cris, Molly, Milton Toshiba, Bento Cruz, , Cristiane, e se tem mais...A Butterflly E pessoas que não coloquei aqui, vão ser acrescentadas. Comentem, comentem queridos comentaristas. Vocês fazem parte da alma e do corpo deste blog. JAMAIS serão ignorados. São meus parceiros e amigos virtuais. Obrigada! Obrigada!

Ás vezes consigo ter uma bela de uma resposta. Outras não. Fazer o que? Faz parte. Provocar a imaginação com as palavras hoje é um pouco mais difícil. Já que o mundo é mais do apelo visual. Mas fica o convite. Sejam bem vindos. Adoro um comentário caprichado. Quer treino melhor do que este? Aproveitem o espaço que é de vocês. Serão sempre, sempre bem vindos! SEMPRE levados em consideração e RESPONDIDOS.
Obrigada e um bom fim de semana a todos...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Palavras...


Este foi o azul do céu que fotografei hoje. Me lembrou um dia, uma janela onde ele me fez sonhar. Acho que foi assim que se iniciou minha fase azul. Nada a ver com Picasso, mas tudo a ver comigo.Vende-se...
Uma das coisas que sempre tive como objetivo ao escrever, é ser resumida em palavras e deixar divagações, devaneios e tudo que acompanha uma boa leitura, por conta e obra do leitor. Foi então que achei uma história fantástica de Hemingway, narrada no Obvious:http://blog.uncovering.org/archives/2008/01/uma_historia_em.html pelo Seven.

E assim são as frases, as palavras que encontramos por aí, em livros, poemas, nos grafites, em blogs. Como no filme “Em carne viva” exibido ontem na Globo. Fiquei interessada pela personagem que era fascinada pelas palavras. Só que infelizmente era uma história que não me seduziu completamente. A parte da violência, dispenso. Bem, o que eu poderia encontrar num filme chamado: “Em carne viva?” Mas fiquei pensando na tradução do título. Alguém poderia ter viajado na maionese, ao colocar um título destes. Engano meu. A situação foi piorando com a interrupção do filme para mostrar o BB. Não acreditei. Passei para MTV, para ouvir músicas enquanto isto. Ao voltar, o enredo foi piorando. Até que olhei a hora no relógio: mais ou menos 2:15 da madrugada. Apaguei e fui dormir, sem remorsos. Não é o meu tipo de filme. Meu sono é mais precioso. Para o meu bem estar, saúde, memória, pele, cabelos, etc E quero frisar que os sem noção estão em todos os lugares inclusive na televisão. Estão sim. Podem escolher o horário. Quando isto vai mudar? Quando quem se sentir prejudicado tiver a coragem de expressar sua opinião.


Tem mais coisas? Tem. Um bom dia e boa sorte! “Aprender é descobrir.”
E uma frase para terminar que encontrei em Luma, fecha o texto por hoje...
“É preciso um pouco um pouco de demência e luar para encarar este mundo.”
Albert Camus
Ah, e que hoje é dia do aniversário de Sam. Felcidades, amiga!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mudar...


De casa, de sonhos. Nossa vida é sempre de mudanças, mas muitas vezes equecemos que nem sempre as mudanças são ruins. Mas a mania de se apegar a coisas indejáveis também fazem com tenhamos comportamentos meio doidos e inesperados com mudanças.

Mudar é um assunto muito bom. Posso mudar de assunto, de livro, lugar, página, cidade, cor de cabelo, de fases, de humor, de comida, de letra e muitas outras coisas. A única mudança que não posso fazer é de mim mesma. Já quis ser outra pessoa. Não deu certo. Rs! Coisas de adolescente que acha que nasceu de pais errados, casa errada. Mas mudar para mim nunca foi doloroso. Morei em tantas casas! Cada uma com uma história diferente, esconderijos diferentes. Os tais lugares secretos. Mas era só falar em mudança que não tinha três tempos. Mudava e pronto. Nem olhava para trás. Foi sempre assim. Nunca me despedi de lugar nenhum. A única vez que fiz isto, me arrependi amargamente. Fui rever um lugar onde meus avós tinham morado. Foi tão ruim que risquei esta lembrança. Ponto final.
Agora mudar de assunto também é bom. Principalmente, quando o assunto é ruim. Desagradável. E de livro? Aquele que você não consegue ir pra frente. Aliás não consegue sair da mesma linha.
Agora mudar a cor do cabelo é complicado. Por mais que você imagina, nunca é igual ao que você olha no espelho. Não é. E quando você não gosta da cor? Quer pior? Tem. Quando o marido não gosta e nem os filhos. Situação de tortura, porque no fundo você também não gosta. Mas é dar muita confiança para o que os outros dizem. Isto é. Mas o jeito é ir mudar. Passou! Outro parágrafo, por favor!
E letra? Já disse isto aqui. Mas uma invenção que dei risada até hoje de escrever no meio da linha. Um trabalho doido para equilibrar a palavra lá. Bem no meio do espaço. Coisa de quem está descobrindo o mundo e suas possibilidades.
Tem uma mudança boa. De caneta que não está escrevendo para uma que desliza pela página junto com seus pensamentos. Indescritível...
Pois é o assunto era sobre mais uma mudança. A de blog. Esperei até agora. Não tive resposta. “Fabriquei” outro texto, claro. Uma pena! Só uma pena...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Viver é...


Viver é um desafio. Colocar cores bonitas, aconchegantes e amigáveis na vida outro desafio também. Em cada situação vivida, um colorido especial. Orquestrar estas cores é o exercício diário de cada um.

Uma das coisas que sempre coloriram minha vida: livros. Ah, citá-los então faz com que as tonalidades sejam sempre uma aquarela a mais. No texto de hoje, Gastón Bachelard sugere que “Toda pessoa deveria então falar de suas de suas estradas, de suas encruzilhadas, de seus bancos. Toda pessoa deveria fazer o cadastro de seus campos perdidos. Thoreau afirmava ter o mapa dos campos inscritos em sua alma. E Jean Wahl escreveu:
O ondulado das sebes,
É em mim que o tenho.
Poems, p. 46”
(A poética do Espaço, III, p. 31)

Acredito que todos nós temos campos perdidos e vamos no decorrer da vida demonstrando o desenho deles. Com certeza, os meus não estão devidamente cadastrados. Só comecei a perceber suas existências ao escrever sobre estradas, ninhos, encruzilhadas, bancos, cores. Um rastro certeiro para chegar neles.
São croquis dos meus desenhos vividos. Percebidos por uma cor que revela o meu espaço interior. Ou palavras que se repetem e repetem. Formando meu labirinto interno, figurativo ou abstrato. Cada um com sua riqueza ou pobreza pessoal. Conforme a diversidade de cada um deles.Por isto e por outros detalhes, gosto tanto de escrever. Cada texto um quadro. Cada palavra uma tonalidade. E para ser mais exata, sempre uma aquarela, porque imprevisível em seu desenho e inimaginável o seu alcance final. Como tudo que se escreve. São palavras dispostas ordenadamente, para demonstrar nem sempre uma ordem, Uma beleza. Mas sentimentos variados como variados são os dias e os acontecimentos. E nem sempre estou atenta a isto. Escrever me faz consciente da alternância dos dias com suas cores ou com a ausência delas.
Um dia daltônico, por exemplo. Onde troco ou não sei qual a cor verdadeira. Ou um dia cego onde não vejo o que é para ser visto e invento usando a minha neurose, para consertar o que não é para ser consertado e sim aceito porque é apenas uma diversidade. E vou por aí fazendo todos os desenhos possíveis e impossíveis. Porque isto aqui é uma Linha. Apenas uma linha que sonha, tem pesadelos, medos inconfessáveis, amizades verdadeiras, virtuais, amores e um grande carinho por quem lê e comenta com palavras com cheiro de canela, azuis, com janelas, sem janelas, carinhosas e inteligentes. Um colorido que todo ser humano deseja ardentemente para sua vida. Ou não...

Olho pela janela da cozinha e vejo uma chuva mansa fazendo um barulho gostoso de ouvir e pela janela do quarto, um céu de chumbo, com o sol brigando com as nuvens para aparecer. Nada como uma flor. Uma graxa amarela para começar o dia enfeitar a tela e a vida de quem aparece aqui para ler. Um texto faça melhor o dia que nasceu triste e espera providências urgentes para sair da UTI. Um dia de boas risadas ou de cores adequadas para equilibrar tudo que anda torto, quebrado, inadequado. Péssimo. Mas que pode sempre ser modificado se você quiser...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

As cores...


Só uma palavra que falta para completar o texto. Aquele que não foi possível sonhar hoje. Está muito calor agora. Abro a janela e sopra uma brisa fresca. Mesmo com todo este sol que invade a minha janela, de frente para o mar. Tão bom. Tão aconchegante. Esqueço o mal estar de uma noite mal dormida. Espio May. Atrapalhei seu sono. Fecho mais a janela. Não adiantou. Com os olhos ainda dormindo, ela ainda olha para a fresta da janela. Escuta atentamente o barulho do vento. Não pode mais dormir. Procura outro canto. Outro lugar de poder. Olho embaixo da acama e lá está ela, continuando o seu sono interrompido. Todas as vezes que preciso de uma imagem boa para dormir, recorro às imagens que tenho dela. São infalíveis.
E o azul? Ficou em outro texto. Está no mar tão azul que chega a doer. E trás lembranças boas. Ele me acalma, desperta a minha vontade de sonhar, divagar. Então nada mais justo do que gostar de roupas azuis, céu azul, mar azul, desenho azul, cabelo azul, linha azul, tinta azul.
O azul na cromoterapia, é a cor do chakra da garganta. O chakra da comunicação.
Um azul profundo, escuro é a tonalidade da minha preferência. É? Não mais. As pessoas mudam e mudei a minha cor. Nem tenho mais roupas azuis. Mas gosto de olhar para o mar e o céu. Azul de doer. Ainda me acalma e me faz sonhar.
Seres humanos são assim, mudam, mudam. E se transformam sempre num desenho melhor. Já que o croqui está pronto, é só variar as cores, experimentar outras possibilidades. Outros sonhos para a linha.
Agora, tudo negro por aqui. Mais fácil para variar o desenho. Procurar outra cor.

Não, esta não é a janela para o mar e tem um céu azul lindo de uma tarde, manhã de hoje, ontem...

sábado, 31 de janeiro de 2009

Mais uma comidinha fácil...


Hoje, fiquei de manhã pensando no que fazer para comer. Gosto de variar a minha comida. E morar na Bahia aumentou meu aprendizado de comidas fáceis de fazer e uma deliícia para comer. Infelizmente, não achei a foto de um cuscuzeiro para postar. Vou fotografar o meu. Acho melhor comprar um novo para este objetivo. Hehe! Nome: Cuscuz de milho.
Receita:
- 01 xícara de farinha de milho flocada (flocão)
- 01/2 xícara de leite de coco
- 01/2 xícara de água
- 01 colher de chá de sal
- 03 colheres de coco ralado(seco)

Misture tudo e deixe de molho 15-20 minutos.
Coloque 300ml de água na cuscuzeira e quando ferver, colocar a mistura acima. Deixar cozinhar até sentir o cheiro bom exalar desta delícia.
Tirar do cuscuzeiro e acrescentar o que você mais gosta. Azeite, por exemplo.

Atenção: Para receitas muito fáceis e criativas vsitem Butterfly.


Foto daqui
http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=376&secao=Guia&data=20071123

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Conversa..


Encontrar comigo mesma. Um bom exercício para começar o dia ou finalizar uma tarde. Sempre penso nisto quando chego em casa. Vindo da rua ou de uma caminhada. Um jeito de ordenar meus pensamentos, minhas ações. O que fiz hoje? O que tenho que fazer amanhã? Então descobri que comemorar minhas pequenas vitórias particulares, é um bom exercício para massagear meu ego. Ficar feliz por estar bem dentro da minha própria pele. Ah, como já desejei ser outra que não eu! Demorou, mas passou. Não tenho saudade deste tempo. Um tempo de procura sem fim. Não venha me dizer que isto é bom, não achei nenhum pouquinho. Bom estar aqui agora. Vendo as palavras formando idéias, escrevendo um pouco de mim inventada e outro pouco mais ainda. Não sou de verdade? Não! Sou palavras. Que você lê e imagina quem está por trás delas ou nas entrelinhas. Que por sua conta e risco inventa com o que escrevo aqui. É assim. O que leio nem sempre é o que está escrito. Pode uma coisa desta? Se pode ou não é uma outra conversa. Sempre invento histórias para preencher o vazio que não vejo, que não sinto. Só para ser coerente com minha própria história. Mesmo que não exista, que seja fantasia. Uma brincadeira bem animada. De esconder personagens. De ter uma gata e conversar com ela. Comentando como está dia, quente, frio, ventando muito. Estas conversas de gente, que servem para gatos, cachorros. Bichinhos de estimação. Ou Bichinhos de Jardim. Hehe! A Clara que o diga! São conversas intermináveis. Um quadrinho após o outro. Criatividade! Ter um jardim assim, só seu? Todos eles com suas vidinhas particulares, suas historinhas e até suas manias e ... suas neuroses? Vou ler. Fui...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

E sobre o perdão...


E sobre o perdão?
Escolher o perdão é sempre uma boa opção. Melhor para quem perdoa do que quem é perdoado. Mas, para chegar a esta conclusão tive que passar por várias situações desagradáveis. E todos nós temos. Não há como evitar. São amizades que chegam ao fim, casamentos, relacionamentos que precisam ter um fim. Estas coisas todas que se não são bem resolvidas, se não tiverem a palavra perdão no meio, vão ficar voltando e voltando sem parar. Chegou uma hora que cansei e pensei em como resolver isto e ele veio num insight: perdão. Como perdão? Ah, mas como assim? Pois é a única forma de deixar uma situação seguir seu destino. Tomar seu rumo. Uma atitude de consciência. E hoje aconteceu um episódio destes. Bem no meio da minha caminhada. Uma das pessoas que estavam comigo, resolveu falar sobre um assunto que detesto. Principalmente, pela manhã: contar o que viu na TV de mais horrível, de mais escabroso. Fiquei muito zangada e fui intolerante mesmo. Poxa! Logo de manhã! Fui embora logo. Mas fiquei pensando na situação “Que chato, fui grosseira.” Mil culpas me assaltando. No meio da manhã recebo o texto da Liliana: “O Ser Gentil”. Um texto muito bom, que conta como ela lidou com uma situação bem difícil. Lembrei logo dele “Gente, o bendito perdão!” e comecei a repetir “Eu me perdôo e te perdôo por esta grosseria.” E repeti e repeti. Feito um mantra, até que pude ver a pessoa sorrir para mim. Em minha fantasia, lógico. Isto funcionou para mim. Ótimo, mas como isto aqui não é uma auto ajuda, cada um vai ter que descobrir o seu. Foi penoso, difícil, mas aconteceu. Adorei! Deixei fantasmas “Vestidos para Matar”, onde eles devem e precisam ficar: fora da minha vida.


No seu texto “Perdoar é fácil.” Sam expõe as vantagens do perdão, que concordo plenamente, mas não com o título. Para perdoar é preciso um aprendizado, uma atitude interna. E não é porque enumero as vantagens, que vou modificar. Não vou. É difícil porque principalmente a grosseria como foi o meu caso, é uma resposta rápida. Um pá pum! Está feito. O mal estar vem depois. Mas o bom de tudo isto é que quando resolvemos encarar, vamos descobrindo respostas adequadas. E cada um é capaz de pensar melhor, agir melhor para o seu próprio bem. Afinal de contas, o perdão ajuda mais quem perdoa, do que quem é perdoado. Com certeza! Amém!

Esta é a minha opinião, visão, ponto de vista sobre o assunto. Espero refletir bastante sobre este assunto. Ele pode me pegar de surpresa em qualquer hora do dia ou da noite. Vou ter que ser mais rápida do que a minha resposta rápida. Aquela que me faz magoar a quem não preciso e nem devo: amigos, filhos, amores.
Ah, mas o mundo está cheio dos “sem noção”! Sim está, mas não preciso ser um deles, certo?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Para seduzir...


Para seduzir...

Para seduzir uso palavras, músicas, gestos, perfumes, poemas e principalmente palavras. Já reparou o quanto somos seduzidos por elas? Mas, uma boa foto pode dispensar palavras. Podem mesmo. Fico muda quando visito o “Arte Fotográfica”. O blog do Gaspar de Jesus. Perdida nas suas belas imagens, fico sem ter o que falar, com medo de respirar e a imagem desaparecer. Como se estivesse em um sonho.
Mas fico observando as propagandas, também um jeito de seduzir. Vi hoje uma que ator dizia “Pode deixar que tomo conta dela” em duas versões. Nem sei o que estavam vendendo. Pepsi? Talvez. Não foi importante. E sim a situação e as palavras. Dei muita risada. Gosto de propagandas bem humoradas. Que usam as palavras para seduzirem. Neste caso, palavras e imagens. E amo quando uma dispensa a outra. Quando a foto dispensa palavras e quando a palavras dispensam a foto num texto bem feito. Bem articulado desenhando imagens nítidas, quase com contornos em nossos cérebros. A atenção está fixa no texto. As palavras me envolvem, fazem sonhar, divagar, transportam pelas linhas de um conto, um poema, uma crônica. Fui seduzida pelas palavras do autor...

E tem certas pessoas que têm a capacidade de seduzir. Impressionante! Descobri hoje, graças a Rosana do QL. o blog do Nelson Motta. Ele seduz pelas conversas, indicações de músicas, músicas que faz, entrevistas, programas. Cada um tem sua maneira de seduzir. Mas as palavras, elas têm seu poder inabalável. São por elas que nos comunicamos, e que você está lendo aqui. Como consegui isto? Escrevendo sobre um assunto que todos nós sempre queremos saber mais um pouquinho: seduzir...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Casa...




Quem tem um amanhecer deste, só pode ficar de bom humor e levantar logo cedo para caminhar. E foi o que fiz. Mas hoje lembrei do meu primeiro desenho de uma casa.
Casa...
Esta palavra me leva ao primeiro desenho que fiz de uma casa. Uma casa com chaminé. Provavelmente de um fogão, que mais tarde se transformou em lareira por onde desceu o Papai Noel e o lobão dos três porquinhos. Os desenhos de nossa infância se transformam. Crescem como nós crescemos. Ficam enormes. Nem cabem mais em nossas recordações. Transformamos todos eles em historinhas que contamos aos nossos filhos que contarão aos deles. Assim fiz a minha primeira casa. A última também foi um desenho. Completo. Era uma planta. Linda. Numa rua, numa cidade de verdade, de um sonho de mentira...
Palavras e lembranças tristes. Estão aí, já não fazem parte do hoje que é uma tarde linda. Perfeita para abrir a janela e apreciar toda esta beleza que vem de lá. Na minha frente. É só começar a construir um caminho para as coisas possíveis e palpáveis que ainda existem em mim.
Ah, por que inventar tristeza onde não existe? Estou me preparando para mais tarde, fazer um scone perfumado com canela...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Repense...


Comprei esta camisa na Hering e gostei a forma que eles usaram para, demonstrar a grande preocupação que precisamos ter hoje em dia com o nosso planeta.
Acredito que cada um tem uma receita, um jeito de fazer, uma experiência que deseja compartilhar. Se isto acontecer, esta é a hora. Deixe nos comentários quais são. Depois farei um texto com as dicas para publicar, com os devidos créditos. Agradeço desde já e o Planeta também.

Vou listar aqui o que faço no meu dia a dia:
1- Separo o lixo em: orgânico(comidas), plástico, papéis, vidros, latas, isopor
2- Uso álcool no lugar de amaciante: para a máquina cheia 01 xícara
3- Para a limpeza do fogão, pia, espelho: a seguinte mistura = 250ml de água + 250ml de vinagre de álcool + 04 colherinhas de café de bicarbonato de sódio
4- As caixas de leite, isopor, plásticos, vidros são todos limpos antes de colocar no lixo.
5- Uso sacola retornável para ir ao supermercado
6- Outros detalhes que vou aprendendo todos os dias: não jogar comida fora, reaproveitando.
7- Reutilizo as garrafas, vidros, copos plásticos de embalagem de requeijão, sorvete, manteiga, etc.
8- Apago todas as luzes dos espaços onde não estão sendo utilizados.
9- Como aqui é muito quente, desliguei o chuveiro.
10- Escolhi um dia na semana para passar roupa.
11- Estou esperando alguém me dizer qual sabão líquido usar, pois não conheço um adequado.

Isto é o que faço. Você tem algo a acrescentar? Obrigada...

Mais sobre Meio Ambiente

domingo, 25 de janeiro de 2009

Blogs servem para...


E os blogs servem para que mesmo?
Li no blog da Luma, uma pergunta parecida com esta e no blog do Cidão também. Não fiquei me sentindo culpada mas confesso que fiquei preocupada. Afinal de contas:
-Qual é a finalidade do meu blog?
-Escrever sobre assuntos que compreendo e sei um pouco (porque estudei e ainda estudo) sobre eles.
Passar 04 anos numa Universidade é suficiente para saber tudo? Claro que não. É só uma base. O restante é aprendido no dia a dia, nas pesquisas, nos meus interesses sobre o assunto. O meu maior interesse atualmente é sobre alimentação. Sobre os quais aprendo mais todos os dias. Como também como descobrir o que fazer para ficar “bem dentro da sua própria pele”. Porque estar ajustado(a) a ela é um assunto que vamos descobrindo com o decorrer da vida. É uma viagem às vezes dolorida ou de descoberta: Oh! Mas é assim?
Este também pode ser um assunto difícil. Implica mudanças e elas não são fáceis de fazer. Tanto mudança de alimentação, como no jeito de fazê-la. Existe sempre uma resistência ao novo. E como não faço parte de nenhuma pesquisa, gosto de divulgá-las aqui. Isto tudo misturado com poesia, livros que leio e indico, filmes, receitas, fotografias, gatos, Pilates, caminhadas. Estas coisas do dia a dia. E pode ter ainda alguma que não mencionei. É isto. Meu blog serve para isto. Se ele melhora o mundo ou alguém, não sei. Menciono aqui sempre que posso e posso sempre: quais as
minhas ações com relação ao meio ambiente. Faço aquilo que escrevo. Não costumo ser incoerente em minhas ações. Gosto de resumida e dizer tudo em poucas palavras. Fui clara? Ah, esta é só a minha resposta E a sua?...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Antes do sol nascer...


Antes do sol nascer, faço planos para o dia que já vem. E hoje acordei mais cedo ainda. Não sei por que cargas d’àgua, alguém resolveu colocar um som bem alto. Em plena quinta e o sono foi embora. Ainda tentei usar tampão de ouvido. Aqueles que a gente usa em show de rock, para não ficar surdo. Não deu certo. Acordei mesmo e o jeito foi sentar e escrever. Podia até ler, mas a May, o reloginho vivo já estava na porta. Rsrs!
Comecei a lista: supermercado, caminhada, escrever, ligar para meus filhos, passar e lavar roupas, comprar a bolsa para transportar gatinho, comprar ração, etc... Algumas coisas são feitas e outras esquecidas propositalmente ou não. E assim segue o dia.
Que nasce no silêncio da quase madrugada. Abro a janela e fotografo este tesouro e continuo a escrever. Quando olho para a janela já fechada, vejo a sombra da gatinha Através do vidro espiava com os olhos misteriosos dos gatos, uma imagem que nunca vou descobrir qual é. Mas posso usar o devaneio para pensar que sei. Uma gata vendo um nascer do sol? Uma imagem romântica demais para ser esquecida, para não ser lembrada. Não. Não tirei uma foto. Que pena!
Pausa!

Na fila do banco esperando a minha vez. Observo uma mulher mergulhada numa bolsa imensa. Procura. Acha e dá aquele sorriso de cumplicidade para mim. Sabe que compreendi o tamanho da bolsa e sua procura. Temos uma relação secreta com as bolsas. Elas (as bolsas são) são nossos esconderijos secretos. Está tudo lá. E só ela sabe como e o que achar.
Meus filhos dizem que a minha bolsa parece com o truque da cartola mágica. Aquela onde aparece o coelho. “Sei!” Digo um pouco secamente, mas me preparando para dar uma risada no final.
“É sim, minha mãe!” E começa a sua lista um tanto exagerada, das possíveis coisas a serem encontradas numa bolsa. Principalmente de mãe:
*Toalhas e lenços de papel, lápis, borracha, caneta, escova de cabelos, escova de dentes, fio dental, batom, tesourinha, alicate de unha, lixa, caderneta de notas, celular, carteira com tudo dentro. Ah, tenho certeza que estou me esquecendo de alguma coisa. Faz tempo que meus filhos cresceram. Ah, sim o exagero: um secador!
Dou risada ao me lembrar disto...
Um link da Kelly Pedroso para vocês visitarem. : www.zerohora.com/blogdozhmoinhos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Como é fácil...


“Como é fácil esquecer que sob as palavras e textos com os quais convivemos diariamente, há pessoas.”
Esta é uma verdade. E esquecemos de maneira mais corriqueira. Fazendo comentários ou deixando de fazê-los, ignorando... São coisas da convivência humana. Com delicadeza e palavras de incentivo ou não. As atitudes são repetidas no ambiente virtual. Atenção, isto não é uma queixa, apenas uma constatação.

No domingo passado, conversei com minha amiga Felina pelo MSN. Ela comentou que estava fazendo a receita do feijão carioca. Uma adaptação, porque o feijão que ela gosta é o preto. Bom, não importa isto e sim que era outra maneira de fazer o feijão. Que no caso acrescentando o tomate. Ela dizia “Anny, já estou no 2° prato. Hehe! Fiquei feliz. Pode parecer sem importância, mas gostei por ela ter me informado. Custa? Não. Apenas uma delicadeza. Adorei. Ela é mesmo muito especial. Obrigada Felina! Esta é a parte boa. Muito boa. São as diversidades. Com elas aprendemos muito sobre nós mesmos e sobre o outro. Como o ser humano costuma avaliar tudo que está ao seu redor, faz isto com tudo. Com gatos, cachorros e pessoas. Bom ou ruim? Na minha opinião, nem sempre acertada. Ás vezes, compreendi mal a atitude da pessoa e acabo fazendo indelicadezas. Então, todo cuidado é pouco com minhas atitudes: palavras ou omissão delas. Viver fica muito melhor se distribuo palavras de incentivo. Seja no mundo virtual ou não. Um elogio faz muito bem a quem recebe e a quem faz. Uma troca. Um tipo de diálogo diferente. Aconchegante, como um perfume preferido, um cheiro de bolo, pão recém assado. Um café quentinho ou um chá. Estas coisas que sentimos quando percebemos um fio de amizade por aí...

“A poesia é uma explicação do mundo.”

O Fotógrafo

Difícil fotografar o silêncio.
Entretanto tentei. Eu conto:
Madrugada a minha aldeia estava morta.
Não se ouvia um barulho, ninguém passava entre
as casas.
Eu estava saindo de uma festa.
Eram quase quatro da manhã.
Ia o silêncio pela rua carregando um bêbado.
Preparei minha máquina.
O silêncio era um carregador?
Estava carregando o bêbado.
Fotografei esse carregador.
Tive outras visões naquela madrugada.
Preparei minha máquina de novo.
Tinha um perfume de jasmim no beiral de um sobrado.
Fotografei o perfume.
Vi uma lesma pregada na existência mais do que na
pedra.
Fotografei a existência dela.
Vi ainda um azul-perdão no olho de um mendigo.
Fotografei o perdão.
Olhei uma paisagem velha a desabar sobre uma casa.
Fotografei o sobre.
Foi difícil fotografar o sobre.
Por fim eu enxerguei a Nuvem de calça.
Representou para mim que ela andava na aldeia de
Braços com Maiakovski – seu criador.
Fotografei a Nuvem de calça e o poeta.
Ninguém outro poeta no mundo faria uma roupa
Mais justa para cobrir sua noiva.
A foto saiu legal.

Manoel de Barros
Ensaios Fotográficos.

A poesia pode mesmo ser uma explicação do mundo. Por que não?

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A dança do sol...



Resolvi calçar as meias que comprei hoje. Aquelas que abraçam os pés. Como disse Rosana do QL. Aqui faz muito calor, então liguei o ventilador. Rs! Lembrei de uma novela, ou quadro cômico em que a atriz vestia o casaco de pele e ficava no quarto com ar condicionado. Ai, ai! Bem, confesso que estou ficando agoniada. Vou tirar as meias. Calço amanhã, quando for fazer Pilates. Ou na quinta, quando for caminhar.
Ufa! Agora está melhor. Que idéia, a minha! Ah, fui só experimentar. Hehe! (Just do it.)

Por causa da dança do sol, ainda não posso tirar fotos do por do sol. Mas hoje o pedaço de céu estava tão lindo que resolvi publicar. Dividir com vocês outro olhar, outra janela...

Ontem fiz uma lista enorme. Comecei e não conseguia parar. Foram 58 itens. E porque comecei a me autocensurar. “E aí, não acha que chega?” E fiquei pensando que escrever é como começar a comer pimenta e desenhar. Quanto mais você faz tem vontade de continuar. E é um tal escrever e desmanchar mentalmente, parágrafos inteiros. Escreve por toda parte. Nas cadernetas, nas agendas antigas, nos pedaços de papel que encontra dentro da bolsa. E o que é pior: em qualquer lugar. Na fila do banco, do dentista. É só estar esperando. Gente, isto virou o que? Uma obsessão? Pode parar! Minha autocensura está desesperada. E agora como colocar um paradeiro nisto? Estou aflita. E abro os olhos. Nossa! Acordei...

“A arte de juntar palavras...
“Escutar equivale finalmente a construir-se.
“Na abertura do esforço de significação que vem do outro, trabalhando, esburacando, recortando o texto, incorporando-o em nós, destruindo contribuímos para erigir a paisagem que nos habita. O texto aqui serve de vetor, de suporte ou de pretexto à atualização do nosso espaço mental”. Pierre Levy

E a vida além dos muros da casa? Você sabe perdoar? Cada um tem sua receita pessoal. Uns gostam de dividir, outros de esconder e outros ainda, “preferem não comentar.” Ah, não resisti...Rs!

Bom dia para quem é de dia e boa noite para quem é da noite...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Pimenta para ficar de bom humor...



Dizem que o tempero baiano tem muita pimenta e o mineiro muito alho. Claro que isto é apenas uma generalização. O que manda mesmo são os detalhes. Quem faz a comida, por exemplo. Sou mineira e gosto muito da comida baiana. Gosto tanto que aprendi a fazer geléia de pimenta-dedo-de-moça. Esta pimenta linda e deliciosa para colocar no molho ou na comida. Ou comer em forma de geléia, no pão ou no queijo.

Amo pimenta. Acabei de fazer uma receita de geléia de pimenta neste instante. Ummm! Delícia... Tem gente que odeia pimenta. Fazer o que? Respeitar as diferenças, porque é através delas que trocamos informações. Sei também que a pimenta estimula o bom humor e na terra em que quase todo mundo gosta de pimenta, tem gente que detesta. Dr Marcio Bontempo, que afirma “As pimentas têm o efeito anestésico, antinflamatório e antibricrobiano, também diminuem a formação de coágulos no sangue e são vasodilatadores. “ Fonte: Bolsa de Mulher. Mais sobre sobre os benefícios da pimenta, só indo lá verificar.

O texto de hoje não tem profundidade. É como uma tábua(link) de trampolim. Você precisa de mergulhar para encontrar o que procura. Não tem nada para ler nas entrelinhas. Nem segundas intenções. É apenas um texto com o objetivo de informar e se você tem curiosidade de saber como modificar seu humor, usando os alimentos certos, precisa e deve navegar onde estão estas informações. Ler, meditar, escolher qual é a melhor opção para você. Tem ainda um outro site: Dra Jocelem Salgado com um artigo “Mitos e verdades sobre alimentação”. E em "Alimentos Saudáveis", tem um texto sobre Pimentas:
"Um ingrediente comum na culinária brasileira, as pimentas temperam muitos alimentos e contêm poucas calorias. O ardor das pimentas vem dos capsaicinóides, substâncias que não têm odor ou sabor mas agem nas células nervosas da boca, causando a sensação de ardência. Os olhos lacrimejam, o nariz escorre e o suor brota. Estes são os efeitos sentidos quando se ingere os tipos mais picantes. Para as pessoas com resfriados ou alergias, comer pimentas pode aliviar temporariamente a congestão nasal. A capsaicina e outros capsaicinóides são concentrados principalmente nas nervuras brancas e nas sementes, que podem ser removidas para produzir um sabor mais suave.

As pimentas são mais nutritivas que os pimentões, e as de tipo vermelho geralmente possuem maior valor nutricional que as verdes. São boas fontes de antioxidantes, especialmente as vitaminas A e C. Apenas 28g de pimenta contêm 70mg de vitamina C, mais que 100% da RDA (Ingestão Dietética Recomendada), bem como cerca de 70% da RDA para vitamina A. As pimentas também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que de acordo com algumas pesquisas podem prevenir contra o câncer. Além disso, algumas pesquisas mais recentes indicam que a capsaicina pode atuar como anticoagulante, prevenindo a formação de coágulos que podem causar ataques cardíacos ou até derrames cerebrais. No entanto, ainda são necessários mais estudos para comprovar tal alegação.

É necessário muito cuidado ao manusear uma pimenta. Para cortar a pimenta vermelha ou remover as sementes e as nervuras brancas, o ideal é utilizar luvas finas e lavar todos os utensílios com água e sabão após o uso. Mesmo uma pequena quantidade de capsaicinóides causa irritação grave ao entrar em contato com os olhos.

Geralmente a pimenta-do-reino em pó é usada como tempero de carnes, aves e peixes, enquanto a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro são conservadas em azeite e vinagre.
Ao contrário da crença popular, não há evidência de que a pimenta possa causar úlceras ou produzir outros distúrbios digestivos. Ela pode, entretanto, causar irritação no reto de pessoas com hemorróidas." Autora: Dra Jocelem Salgado. Com os devidos créditos para ela. Uma pesquisadora sobre os efeitos dos alimentos em nosso corpo. E também com vários livros publicados sobre este assunto. Visitem o site.


Queridos leitores e comentaristas, aqui vai um recado: este é apenas um texto. Ele só vai fazer diferença para vocês se assim o desejarem. Como assim? Para saber mais, quer dizer, para saber mais sobre o assunto, precisam visitar o porão(link) e ler, aprender, tirar conclusões e fazer as devidas mudanças. O texto é só uma vaca de acrílico para chamar sua atenção sobre o assunto: Humor. “Somos aquilo que comemos”. Ou ainda resta dúvidas?...

domingo, 18 de janeiro de 2009

Como vai o seu humor?...


-Como está o seu dia hoje?
-Cinza, sem graça...
-Mesmo com o maior sol e todos por aí dando risadas?

Pois é, isto pode acontecer e acontece. Então vamos saber como os alimentos influenciam nosso humor. Quem sabe, conhecendo as causas podemos mudar o comportamento? Este que seus amigos reclamam, sua namorada(o) tem pavor, as pessoas que estão por perto ficam de cabelo em pé? Só de pensar que você está num “mau dia”? Ah, mas a pessoa fica transtornada mesmo. E não é só por causa de TPM. Pode ser ausência elementos nutricionais em sua alimentação: serotonina, dopamina e noradrenalina. Como base no que estou dizendo a Revista Saúde tem uma série de reportagens ótimas para você navegar e saber como modificar este fantasma que atropela os seus dias. Fala sério, até você mesmo não agüenta nem se ver no espelho!...

E sabe que passamos a maior parte do nosso tempo, procurando soluções para nossos problemas ou dificuldades diárias? Contatação óbvia? Bom, então vou para a afirmativa pessoal. Nem sempre percebo isto. E vou buscar longe. Bem longe de mim. Fico pensando que a minha resposta está no outro. Onde li as instruções de uso. Esqueço que para elas funcionem, é preciso que sejam transformadas “deglutidas” para serem internalizadas e usadas.Então vou pensar mais sobre o assunto, No fundo, esqueço que tenho minhas próprias respostas, que podem não resolver o problema, mas é um começo que deve ser considerado...

sábado, 17 de janeiro de 2009

Fazendo planos...



Chegando da feira e uma gatinha querendo a sacola para se esconder. Ai,ai!

Todos os dias faço planos. Por escrito ou mentalmente. Sim já sei que é preciso anotar. Enfeito com listas enormes ou bem curtas. Só uma lembrança das tarefas a serem feitas. Por exemplo, escrever com palavras abreviadas. E depois esquecer completamente o que aquilo dizer. Hehe! É não serve. Então tá. Faço uma lista para hoje. E hoje planejei trocar meu Template. Não deu certo. No Dicas Blogger da Juliana Sardinha tem todas as instruções. Mas fiquei com medo de não seguir os passos direitinho e o blog ir para o buraco negro. Que loucura! Também acho. Então desisti. Coloquei só o Banner e fim de conversa por hoje. Tem coisas que não me arrisco a fazer, quando sei pouco do assunto. Tenho certeza que é melhor ficar na minha. Está muito quente hoje...

Minhas linhas do horizonte já foram montanhas imensas quando eu era criança. Montanhas que podiam ser visitadas, escaladas na adolescência. Agora é um mar. Um mar que meu olhar visita todas as manhãs antes de sair. E assim vou transformando em palavras, minhas impressões visuais sobre o dia, ruas, pessoas. Tudo se transforma nelas. Palavras que os olhos devoram e se tornam suas. Vão pelo mundo. Visitando cabeças. Transformando ou questionando. Quem sabe? Elas são apenas links para transportar idéias de como o mundo é aqui. Bem debaixo do seu olhar...

Alisando pelos de May, a minha gatinha lembrei que li no blog da Luma: um bar que aluga gatos. Isto mesmo. Vá lá dar uma conferida. Tem assuntos para serem lidos, apreciados e comentados . Mas continuando o assunto gatos, o meu filho disse um dia que estava fazendo gatoterapia. Rsrs! Deve ser isto! Vai saber...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Como fazer...


Alimentos nossos de cada dia...
Modo de fazer...
Cada um tem um jeito de fazer feijão, arroz, salada, macarrão etc... e vamos cozinhando do jeito que aprendemos, pela vida a fora. Se me interesso pelo assunto, começo a me perguntar se existe um outro de fazer estes mesmos alimentos. Um jeito mais fácil, ou mais saudável. Alguma solução que responda ao meu questionamento. Sempre gostei de facilitar a minha estada na cozinha. Então fui buscando alternativas. Umas pela experiência: fazendo todos os dias. Outros pela vontade de conhecer novos sabores e perfumes.
Escrevendo isto aqui, recebi um comentário de *Daiazinha*, dizendo que gosta de cozinhar, mas que não sabe fazer muitos pratos. Então aqui vai um texto dedicado a ela. Delícia saber que as pessoas mais jovens estão fascinadas pela cozinha. Porque as mais velhas se queixam e esperneiam como a minha mãe fazia: “Comida devia ser em comprimido.” Estas foram uma das frases que eu ouvia no meu dia a dia. E que ouvi ontem ao caminhar e conversar com Ana Rita, que seguramente não tem a idade da minha mãe. E pergunto então a você que está lendo, onde aprendeu a cozinhar? Teve um começo tortuoso como o meu, ou foi facilitado? Tendo por perto pessoas que amam e tem prazer em cozinhar.
Mesmo com todo falta de incentivo, não desisti. Só não insisti muito, acho que deixei a vontade “mornando”. Sabe como é? Esperando a oportunidade aparecer. Sei lá! Um belo dia precisei de começar a cozinhar. Juntei tudo que sabia e o que não sabia e coloquei em prática. Ah, até pão aprendi a fazer. De todos os tipos, doces, salgados, integrais. E foi aí que descobri uma coisa muito boa. Só aprende fazendo. Não acredite naquelas frases idiotas: ´”È preciso ter dom.” Uma frase destas, quando você está aprendendo, é maldade. Ninguém aprende sem fazer e ao fazer é possível e previsível errar. “Só não erra quem não faz” é uma frase poderosa para afastar os urubus de plantão. Então *Daiazinha*, boa sorte e persistência. Se não der certo, faça outra vez. Teste suas receitas, antes de querer impressionar alguém. Coloque as amigas para provar. Garanto que vão dizer onde e o que está faltando. Se não tem amigas por perto, vale a vizinha ou alguém que possa dar uma opinião que vai te ajudar a ser a melhor cozinheira para você mesma ou quem sabe, para o mundo...

Então, vou começar com uma receita simples de feijão carioca, já publicado aqui, mas uma leitora se queixou que a receita estava complicada. Como não é este o objetivo, aqui, então vamos facilitar.
-Deixe de molho de um dia para outro:
-01 xícara de feijão carioca
-Escorrer a água e colocar 01 litro de água na panela (a minha é de ferro) e deixar ferver uns 20 minutos. Desligar e daí uma hora (pode até ser mais) e continuar a fervura. Coloque 1/2 litro de água para ferver e crescente ao feijão. Para ficar bem cozido. Depois, vá acrescentando os temperos:01 colher de chá de alho e sal, 01 tomate maduro sem pele e sem sementes. No final do cozimento, acrescente 1 colherinha de café de açafrão. Este é o segredo para que o feijão não provoque gases. Mas, atenção, coloque pouco, para não ficar muito amarelo. E bom apetite...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Coisas de gato e de gente...


Coisas de gatos e gente...
A minha gatinha, não veio me acordar hoje. Estranhei, mas quando fui andando até a sala ouvi o barulho da TV ligada. Bem baixinho. Aí, pensei: “Nossa! Então é isto!” E aqui vai a minha explicação. ( Seres humanos sempre precisam delas, né?) O controle da televisão estava em cima do sofá onde ela, (May) dorme. Sem querer pressionou o botão e a TV ligou. Tenho certeza que foi isto. Porque o programa, nem é bom dizer. Rs! Fico pensando no que ela faz, durante a noite toda. Dorme o dia todo espichada na minha cama. Ah, gatinha danada!

Fui caminhar hoje e me lembrei da Rosana, do QL. Ela fotografou as meias da Nike e contou maravilhas sobre elas. O meu tênis é Nike e estão esperando pelas meias. Fui ao shopingg ontem, mas ainda não tinha lido sobre as tais meias encantadas. Ah, claro que se der certo, vou comprar. Acho que vale o dinheiro. Sabe, nada como ter a base bem cuidada para um bem estar estar por perto! Nossa! Até parece um comercial, mas não é. Não estou ganhando nada para dizer isto. Adoro meu tênis e não troco por outro. Escolhas, sabe como é? Um dia a gente aprende!...

Bem, um assunto que já discuti com várias pessoas e algumas chegam a um acordo, outras não. Algumas gostam de cozinha e outras não querem nem ouvir falar. Fui uma delas. O motivo? A minha mãe, detestava cozinha. Não me lembro de nenhuma comida que ela tenha feito e que hoje tenha saudade. Ela teve as razões dela, não vou discutir isto. Mas, se tem uma razão por não me aventurar neste mundo dos sabores, pode ter sido por ouvir desde cedo: “Lugar de criança, não é na cozinha.” Aprendi direitinho e extrapolei o assunto, adulto também, não. Mas as situações mudam, eu mudei. Fiz o curso universitário chamado" Economia Doméstica e aprendi como dirigir em todos os sentidos, uma casa. E não foi aí que a situação com a cozinha mudou. Não foi. O assunto só foi resolvido e muito bem resolvido, quando percebi que para tomar conta de mim mesma, precisava, inclusive começar a aprender a cozinhar. Coisa que tinha abominado, durante toda a minha vida. Aprendi, que não precisava ser uma grande cozinheira e sim gostar do que estava fazendo. Apreciar a minha própria comida e muito bom se os filhos também. Sabe, um filho pedir para você fazer um bolo, carne, salada, macarrão, doce, etc. Não tem nada que pague a sensação que isto provoca. E tem mais, isto me dá a certeza de que aprendi a cuidar de mim. Então...

Ah, parabéns Sam e Luma!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O que faz ficar diferente é...


O que faz ficar diferente é...
Olhar em outra janela, ver uma outra foto, fazer minha própria comida. Descobrir novos sabores e perfumes, ter um tempo só meu. E nada de ponto final, se você escolher. Algumas coisas precisam, mas outras podem ter possibilidades infinitas, se deixar as reticências para mudar o texto. Usar uma outra cor de roupa ou olhar para dentro e compreender que para ficar diferente, precisa haver mudanças em mim que olho o mundo e o interpreto segundo meus valores. Nada acontece, neste desenho estranho que vejo bem na minha frente, se não existe minha interferência nele. Então aí está o grande segredo do inusitado. Daquelas vacas coloridas, lembra? Ah, a princípio não gostei. Aliás, não compreendi a presença delas, em todos os lugares possíveis e imagináveis. Pois é, intervenções têm o objetivo de questionar, fazer perguntas. Descobrir o que não existe ainda. E elas são mesmo um caminho bom para navegar para ir onde não foi ainda e não sabe porque.
Então hoje abençoei o meu dia que começou com um lindo amanhecer mas que poderia ter um céu nublado. “Um céu bonito para chover”, como se diz no sertão onde as chuvas são escassas e a terra está seca...



Vendo o “Jornal Hoje” da TV Globo, o repórter estava afirmando que “faz uma grande diferença ter talento.” E o que é talento? Lá vem aquele velho preconceito de que as pessoas precisam de talento, para vencer na vida. Não acredito nisto. Talento é você estar auto motivado para alcançar seus objetivos. Esta é a lâmpada mágica que abre caminhos e me direciona para fazer meus desejos e sonhos acontecerem. E trabalho, muito trabalho e dedicação.
Principalmente, quando Leio o mundo assim, não é Andréa?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Experimentando Linhaça e Gergelim...


Fonte: Revista Saúde

Linhaça e Gergelim
Hoje vou descrever as minhas experiências com a linhaça e com o gergelim. Já usei a linhaça de várias formas. Deixada de molho, torrada e moída. Fui variando as formas de consumi-la conforme fui aprendendo sobre ela.
Atualmente, deixo 01 colher de sopa de linhaça de molho de um dia para outro em 05 colheres de sopa de água. No dia seguinte, bato no liquidificador misturada com algum destes ingredientes: leite, suco ou iogurte. O que é muito bom para começar bem o dia e para quem tem problemas de colesterol alto. Fiz a prova. Abaixou mesmo o meu colesterol.
Quanto ao gergelim, aconteceu a mesma coisa. Conheci como gersal e comprava nas casas de produtos naturais. Mas achava muito salgado e de tanto ler sobre o assunto, acabei sabendo fazer. E hoje quase não uso. Aliás, uso de forma diferente, misturado com linhaça que também é torrada em fogo baixo.
Mas nenhum deles deve ser torrado e sim colocado em forno baixo por 15 minutos...
A mistura da farinha de gergelim com a farinha de linhaça fica uma delícia para colocar por cima da comida. Tem um perfume delicioso por causa do gergelim. Para que serve?
É uma fibra então facilita o trânsito intestinal.
Hoje, uso o gergelim de forma diferente, deixo de molho junto com a linhaça e consumo no dia seguinte com leite, suco ou iogurte.
Sabe, estamos sempre aprendendo a usar melhor os alimentos e assim vamos mudando nossa forma de consumi-lo. Para que nosso organismo possa assimilar melhor seus componentes...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Primeiro Prêmio Dardos do Blog Linha...


No dia 09 o WindicasBr deixou um recado para mim, avisando que o Blog Linha tinha ganhado o Prêmio Dardos. Fui buscar e aqui estou indicando mais 10 blogs para receber o Prêmio Dardos também:

*Bichinhos de Jardim
*Leavesgrasss
*Todoyda
*Quase Tudo
*Milton Toshiba
*Neste Instante
*Querido Leitor
*Oscar
*Apoio Fraterno
*Blog do Beagle

Sucesso aos blogs indicados e ao WinDicas que indicou o Blog Linha...

sábado, 10 de janeiro de 2009

Um Meme e uma receita de Pão de Queijo...



A Cristiane Fetter me mandou um meme, muito significativo, pois amo tudo que se relaciona a arte. E para completar o assunto, tomar um cafezinho que tal um pão de queijo?

Pão de queijo: (Link)
Receita que modifiquei:
-01 ovo
-1/2 xícara de azeite de oliva
-01 xícara de leite frio
-50g de queijo parmezão ralalado
-01/2 colher (chá) de sal marinho
-02 colheres (chá) bem cheia de orégano
-03 xícaras de polvilho doce.
Misturar os ingredientes menos o leite que é adicionado por último. Aos poucos, até dar o ponto para enrolar. Untar a forma com manteiga e fazer bolinhas pequenas, com gergelim por cima para enfeitar e enriquecer a receita.
Colocar para assar em forno pré-aquecido. Com 20-30 minutos está pronto. Quando começar a cheirar ficar ... Dar uma olhada para ver se está bom. Não deixa dourar. Ele é branquinho mesmo.

Acompanhando a receita, vai um presentinho que a Cristiane me ofereceu: um selinho lindo. Para pintar a vida, o blog, as amizades ao vivo e a cores. Conforme a inspiração. Que pode ser também em preto e branco, quando o sol não aparece. Ou estou em dificuldades com a tarefa. Sabe como é? Aprendo todos os dias, mas tem coisas que amo e ainda não sei fazer. Um Favicon, por exemplo. O Google Discovery está com um novinho em folha. E altamente sugestivo. Adorei. O desenho foi feito com sugestões de um brasileiro. Isto mesmo. Fiquei sabendo no Ladybug Brasil, hoje pela manhã. E o que mais? Ah, sim, nome dos blogs indicados:
Blog Sequencial
Luz de Luma
Bugingangas

Um bom fim de semana para todos...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Numa tarde de sexta - feira...


Considerações.
"O homem é um feixe de considerações."

Você já pediu ao seu filho, marido ou namorado para pegar alguma coisa na geladeira, gaveta, bolsa ou armário? Tenho dois filhos e já experimentei fazer isto e não deu certo, quer dizer, não conseguiram achar o que pedi. Está certo que minha bolsa não é organizada e tem sempre mais coisas do que necessário. Mas uma geladeira, não tem mistério e gaveta não tem compartimentos secretos. Pelo menos a minha não. Se alguém tem alguma sugestão ou explicação para isto, pode comentar. Vai me ajudar a navegar neste universo tão diferente e próximo...

Se eu procurar diferenças vou encontrá-las e igualdade também. Por que ir pelo caminho mais difícil? Será que as guerras pessoais, internas e outros tipos de guerras sempre se iniciam assim? Ressaltando as diferenças ao invés de celebrar os pontos em comum? São divagações, nesta tarde de sexta-feira,,,

“Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho de uma vida. Mais que as mentiras, o SILÊNCIO é que é uma verdadeira arma letal das relações humanas.” Martha Medeiros em sua crônica “Falar” do livro Doidas e Santas. O grifo? É claro que não. São letras maiúsculas para chamar mais do que atenção...

Fazer poemas
é andar na corda bamba
de um circo abandonado
pior:
com os pés trocados
(Antônio Barreto – Sono provisório)

“O homem é a imagem do mundo?” Ronald Claver – Escrever Sem Doer.

Para ler, curtir e refletir...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Antes do por-do-sol...


Antes do Ariuma...
Que significa em tupy-guarany, por do sol, comecei a escrever este texto. Então preciso encontrá-lo. Está atrás da janela, pelas frestas da cortina. E este é o nome de uma índia que conheci na feira de artesanato.
Meus filhos e de uma amiga minha, têm nomes indígenas. Os meus não gostaram muito e protestaram. Ao escolher o nome deles, pensei em nomes que tinham um significado bonito fácil de escrever e falar. Não adiantaram minhas explicações. Têm o meu apoio para mudar o nome, se este for o desejo deles. Nome é uma coisa simples e ao mesmo tempo complicada. E é bom que gostemos dele. E não é o que acontece sempre. Cada um tem uma história diferente para contar. Viva a diferença, pois é nela que temos o que trocar e contar. Tal qual nomes de blogs. Eles são uma espécie de filhos. Adotados? Do coração? Cuidamos, temos carinho por eles. Na verdade, é um espaço virtual onde publicamos as nossas mensagens.

luzdeluma disse...

Anny, ontem comentei e perdi o comentário. Hoje de novo!! Ai, ai!! Escrevi tanto que até nao lembro do que escrevi.
Não dá pra voltar ao mesmo lugar. O lugar está ali, mas o que estava dentro de nós, não está mais.
Quanto ao varal, comparando as roupas com blogues. As recolhemos, dobramos e empilhamos, para ao final olharmos e pensar, passo ou não passo? Beijus

7 de Janeiro de 2009 16:30

Como não amar um comentário deste? Para ajudar nas palavras, o link do Varal de Idéias a foto de um lindo varal com roupas azuis. Uma foto tirada pelo Gaspar de Jesus no Arte Fotográfica.

Ah, esta é uma conversa que não tem preço...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Um pedaço do mar...


Era tudo que eu estava vendo ao almoçar, ontem neste restaurante. A comida deliciosa e a música do tamanho do meu gosto: jazz e blues. Mas o ar condicionado estragou e junto com ele o prazer da comida. Ah, que pena! Quem sabe em outra hora? Em outro dia? Há sempre uma chance de tudo dar certo. Ou não? Não vou saber se não me der a chance de experimentar.

Escrever é ato de solidão...
A caneta passeando pelo papel. Estamos sós. Nada nas linhas e nem nas entrelinhas. A escrita segue firme ou trôpega, conforme as pedras do caminho. Olho para frente e vejo o horizonte desenhado pela minha mente. A montanha insiste em estar presente e insisto em saber o que há por trás e além dela. Vou descobrindo as palavras e seus significados. Enfileirando uma a uma. Como no varal de roupas estendidas que balançam ao sabor do vento. Estico minhas mãos, ainda doem pelo esforço da escrita. Trinta linhas somente. Resumo todos meus pensamentos que teimam em escorrer pelos dedos, bem de mansinho. Caem no texto. Estão disfarçados de palavras e sentimentos que no fundo, não dizem nada . Só compõem o quadro. Aquele que pendurei na sala, bem em cima do sofá. Para compor o ambiente e fazer companhia ao visitante que espera em sua solidão sua hora de ser atendido. Reparo com atenção como seus olhos acompanham atentamente o desenho. Uma solidão acompanhada de outra. A do artista ao fazer o quadro e a minha ao escrever.

Estou encantada com os comentários. Quero fazer um texto com eles. Mas preciso antes, da licença dos comentaristas que amavelmente deixaram a sua marca aqui. Em "Qual o nome do seu Blog?".
Bem, e tudo acontece ao ter uma idéia na cabeça e uma imensa vontade de chegar a um lugar que não sei onde é, e se é morro abaixo ou acima. "Sem porto de chegada. É uma tentativa."
E a conversa continua, mesmo sem rumo ou "sem lenço e sem documento" e não é uma canção. Parece mais um fiapo de nuvem num fim de tarde. Um encanto por acontecer uma música no ar. Uma bolha de sabão que brinca no ar. Bem longe, não posso mais alcançar mas encanta com a sua transparência e seu frágil passeio pelo ar. E mais um pouco chego ao lugar. Aquele, do inicio. Com 30 linhas no final...